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Janot deixa escapar discurso bolivariano ao tentar justificar acordo com criminosos da JBS.



O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot assumiu definitivamente o caráter bolivariano de sua gestão ao defender o uso das instituições do país como forma de interferir no processo democrático. Janot acabou escorregando em seu discurso durante o 2º Congresso Nacional dos Auditores de Controle Externo (Conacon), realizado no Tribunal de Contas de Mato Grosso, em Cuiabá, esta semana.

Ao tentar justificar a injustificável participação de seu ex-braço direito no acordo criminoso com a JBS, Janot questionou "O nexo de causalidade, nunca vi um negócio tão ridículo em toda minha vida. O email de um cara (Miller) vai para o outro (Joesley) e já tiram a conclusão de que eu combinei com eles antes. Onde está isso? indagou o ex-procurador, que comparou seu trabalho a "uma revolução sem sangue".

"A revolução sem sangue é aquela em que você usa as instituições dentro das suas próprias missões para mudar o caminho civilizatório do nosso país. Então, o que eu posso dizer é uma mensagem de otimismo, o que eu posso dizer é que cada um de nós tem que fazer o seu papel", afirmou o ex-procurador-geral.

Janot fez o seu papel e tentou derrubar um presidente da República com a ajuda dos açougueiros criminosos da Fiboi. O prolema é que, mesmo tendo fracassado, sua "revolução sem sangue" custou bilhões ao país. Segundo o próprio Joesley Batista, Janot queria derrubar Temer para assumir a Presidência da República ou indicar o novo presidente. De preferência, alguém alinhado com o projeto bolivariano que Janto protegeu durante quatro anos à frente da PGR.
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