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Imprensa se antecipa a revelações desconcertantes sobre Janot e Joesley e tenta desqualificar novo diretor da Polícia Federal



Os meios de comunicação do país estão em estado de alerta máximo diante da possibilidade concreta de ver uma das tramas mais vergonhosas da história da República ser revelada em breve para toda a nação. Após terem participado ativamente da conspiração engendrada no seio da Procuradoria-Geral da República por seu ex-chefe Rodrigo Janot, em conluio com seus auxiliares e os criminosos da JBS, grupos de comunicação, procuradores da República e setores da Polícia Federal temem agora um desfecho vergonhoso para a tentativa de derrubar o presidente da República com base em um controverso acordo de delação premiada repleto de ações forjadas e ações 'controladas' que caíram por terra.

Antecipando-se aos fatos, veículos de comunicação, setores do MPF e da própria Polícia Federal atuam em ritmo frenético para tentar desqualificar o novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia. A imprensa está indócil com a aproximação de um desfecho nada feliz para todos aqueles que patrocinaram com tanto vigor uma trama que tinha como objetivo influenciar a opinião pública a aceitar uma das maiores rupturas democráticas já vistas, desde a tomada do poder pelos militares em 1964.

Já ficou claro que Janot e Joesley Batista conspiraram para colher benefícios extraordinários. O primeiro tentou assumir as rédeas do país e assegurar sua permanência à frente da PGR por tempo indefinido. O outro sonhava com um passaporte para a impunidade eterna, ciente de que havia cometido centenas de crimes detectados previamente pela Polícia Federal em seis Operações que tiveram seu grupo JBS como alvo.

Logo na primeira semana de atuação no comando da instituição, Fernando Segovia orquestrou duas mega operações contra caciques do PMDB, partido do presidente Michel Temer, uma no Mato Grosso do Sul e outra no estado do Rio de Janeiro. Estas operações frustraram setores da imprensa que afirmavam que Segovia foi escalado para blindar políticos corruptos do partido de Temer.

Mas o que mais assustou os patrocinadores da conspiração Janot/Joesley foi o fato de Segovia ter tocado num ponto bastante delicado da trama, durante entrevista coletiva à imprensa logo após cerimônia de transferência de posse na sede do Ministério da Justiça, em Brasília, com a presença do presidente Michel Temer, de ministros, autoridades e do antecessor, Leandro Daiello.

Segovia foi direto ao ponto e tocou no episódio mais sensível da trama: o flagrante forjado pela PGR envolvendo Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Temer, com uma mala com R$ 500 mil. O novo diretor da Polícia Federal foi simplesmente mortal ao abordar de forma periférica aquilo que órgãos de inteligência e a própria PF já tem documentado:

"Talvez seria bom se o Brasil inteiro soubesse e houvesse transparência maior sobre como foi conduzida a investigação. Porque a gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria que durar mais tempo, porque uma única mala [de dinheiro] talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partidos e se haveria ou não corrupção", afirmou Segovia de forma sutil.

O desfecho desta trama está próximo de ser revelado. Segovia forneceu algumas pistas daquilo que já se sabe no Palácio do Planalto, na Polícia Federal e nos corredores da PGR.  Ao questionar "se houve ou não crime", o novo diretor da PF praticamente adiantou parte das informações que estão prestes a vir a tona, num momento mais oportuno. Sob o ponto de vista jurídico, a prática de lobby não é crime. E é bem provável que Rodrigo Rocha Loures responda por outra acusação bem diferente daquela que pesa contra ele atualmente.

Joesley Batista simplesmente repetiu o modus operandi presente em suas ações criminosas, instruído por membros da própria PGR. O empresário ofereceu R$ 500 mil ao ex-assessor de Temer em troca de um agendamento para falar com o presidente. Joesley foi meticuloso, combinou detalhes e fez exigências bastante específicas em troca do prêmio que ofereceu a Rocha Loures.

O ex-assessor de Temer concordou em agendar a visita de Joesley ao Palácio do Jaburu e disse ao presidente que também estaria presente no encontro. Em seguida, Rocha Loures, cumprindo exigências de Joesley, forneceu o número da placa do carro que usaria para chegar ao local, de modo a facilitar seu acesso pela segurança. O problema é que Rocha Loures deveria inventar uma desculpa de última hora para não comparecer ao encontro. Foi desta forma que Joesley, usando o carro com a placa fornecida por Rocha Loures à segurança do Jaburu, chegou sozinho ao loca do encontro com Temer, munido de gravadores e de um roteiro combinado na véspera com o ex-braço direito de Rodrigo Janot, Marcelo Miller.

O passo seguinte seria forjar uma ação controlada e filmar Rocha Loures recebendo a mala com R$ 500 mil e atribuir aquele dinheiro ao presidente Michel Temer. O plano parecia perfeito e tinha tudo para dar certo. Ao vazar as informações para os meios de comunicação, Joesley e Janot sabiam que instalariam o caos no país e que dificilmente Temer, diante de sua baixíssima popularidade, resistira a pressão política e da imprensa. A Globo chegou a divulgar uma transcrição falsa da gravação de Joesley e colocou todos seus empregados para pedir a renúncia imediata do presidente. Foi ai que o caldo começou a desandar. O plano só tinha chances de prosperar com a renúncia de Temer, o que acabou não acontecendo.

A transcrição falsa foi o maior erro de toda a conspiração tão bem orquestrada. Temer tinha a convicção de que não havia tido aquela conversa veiculada pela imprensa e exigiu que o ministro do STF, Edson Fachin, levantasse imediatamente o sigilo do áudio e divulgasse logo seu conteúdo. Fachin, praticamente um funcionário da JBS no STF, havia homologado o acordo criminoso de Joesley e não atendeu aos apelos desesperados de Temer. Enquanto isso os donos da JBS e especuladores do mercado donos de sites na internet faturavam bilhões com o caos no mercado financeiro.

Durante toda a primeira parte daquele 17 de maio, Temer foi submetido a pressões irresistíveis. Até mesmo seus ministros o aconselharam a renunciar e o presidente esteve bem perto de seguir este conselho, em nome da preservação da estabilidade econômica, conquistada com tanto sacrifício. Temer ouviu de seus interlocutores que a pressão seria forte, que as forças que tentavam removê-lo do cargo eram muito poderosas e não recuariam de seus propósitos. O problema é que a transcrição falsa da Globo foi mesmo o maior erro da trama. Temer tinha convicção de que não havia mantido aquele diálogo repetido pela imprensa nacional e veiculado insistentemente pela Rede Globo, inclusive com vários plantões do Jornal Nacional.

Na versão amplamente divulgada pela emissora, Joesley falava claramente sobre propina com Temer, que estava pagando R$ 500 mil por mês a Eduardo Cunha para mantê-lo em silêncio e exigia providências sobre seus problemas no O Conselho Administrativo de Defesa Econômica, (Cade). Na gravação original, não havia nada daquilo que a Globo havia divulgado. Joesley estava nervoso e o máximo que conseguiu extrair de um Temer monossilábico foi o tão explorado "tem que manter isso, viu?". Ficou claro que Joesley não tinha intimidade com o presidente para falar abertamente sobre propina ou qualquer ilícito.  Ficou claro que Temer se surpreendeu com a ausência de Rocha Loures no encontro, que não tinha assuntos para tratar com o empresário e que estava entediado com aquela conversa, que para ele não parecia fazer qualquer sentido.

Diante da certeza de que a transcrição era falsa e da demora de Fachin em levantar logo o sigilo das gravações, Temer resolveu convocar a cadeia nacional para se pronunciar sobre o caso. Os jornalistas esfregaram as mãos e anunciaram animados que o presidente iria usar seu pronunciamento para renunciar.

Todos ficaram visivelmente constrangidos quando viram Temer informar que não renunciaria e que iria provar que estava sendo alvo de uma conspiração criminosa. A firmeza com que o presidente se posicionou naquele momento de tensão foi suficiente para acalmar os mercados e frustrar profundamente os patrocinadores da trama.  Horas mais tarde, Fachin levantou o sigilo da gravação, quando foi possível constatar que o vazamento criminoso patrocinado pela Globo era falso.

Apesar do balde de água fria, os patrocinadores da trama não recuaram a passaram meses convocando manifestantes para as ruas para pedir a renúncia de Temer, vândalos tentaram incendiar Brasília e invadir o Palácio do Planalto e Janot, acuado, não teve outra alternativa, a não ser enviar denúncias frágeis contra o presidente. Todos os meios de comunicação apostaram na fragilidade de Temer e pressionaram os parlamentares a acolher as flechadas de Janot. O problema é que, além de se manter no cargo logo após a deflagração da conspiração, Temer manteve ainda o controle sobre os órgãos de inteligência e conseguiu desvendar boa parte da trama. Joesley Batista e seu irmão acabaram presos, Janot não conseguiu se intento de derrubar o presidente e manter o controle da PGR e os conspiradores não recuperaram o acesso ao dinheiro do contribuinte nos cofres públicos.

Mas o pesadelo dos patrocinadores da trama ainda não acabou. Além de ter superado a mais vergonhosa conspiração da história da República, Temer conseguiu recolocar a economia nos trilhos, baixar a inflação e os juros a níveis insuportáveis para os donos das grandes fortunas do país e ainda gerar mais de 2 milhões de empregos. Como a melhor parte destas tramas fica reservado para o final, o governo deve ajudar a revelar fatos ainda mais embaraçosos nos próximos meses, na medida em que avança nas conquistas na economia, geração de empregos e recuperação da nota do país junto às agências internacionais de classificação de riscos.

Os brasileiros foram tão bombardeados com as informações falsas veiculadas pelos meios de comunicação no último meses e foram tão convencidos de toda a trama, que muitos terão dificuldades em reconhecer que foram enganados.  Enquanto os meios de comunicação atuam insistentemente com o propósito de sabotar o país com mentiras, insinuações maldosas e ilações, o site Imprensa Viva lida apenas com análises de inteligência de alto nível e vem alertando sobre estes fatos desde o dia 17 de maio de 2017. Sem partidarismo e com o compromisso de defender a verdade, a Justiça e o melhor caminho para o país. 
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