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Há mais de um ano, Cármen Lúcia assumiu o STF e prometeu: "é preciso agir para que a sociedade não desacredite nos Poderes". Até agora, nada



Há mais de um ano, quando a ministra Cármen Lúcia tomou posse no cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) para um mandato de 2 anos. Na cerimônia de posse, convidados ilustres como o ex-presidente Lula, José Sarney, Renan Calheiros, Edison Lobão  e cantor Caetano Veloso, que por uma questão de amizade, não cobrou cachê para cantar o Hino Nacional. Naquele 12 de setembro de 2016, já era possível vislumbrar como seria a atuação da primeira mulher a presidir a Suprema corte do país. Mas o brasileiro, tão sofrido, acaba se apegando a qualquer fio de esperança.

Poucos dias depois, durante a abertura do 10º Encontro Nacional do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que também preside, Cármen Lúcia fez um belo discurso:

— É preciso estarmos atentos ao que o Brasil espera de nós e o que fazer para atender essas demandas. Qualquer servidor público atua para atender à população. Julgamos conflitos na sociedade e vivemos um momento particularmente grave — disse a ministra.

Cármen Lúcia promete até gurra em defesa dos interesses do povo e afirmou que era preciso agir para que a sociedade não desacredite no Estado, que é a opção única colocada. A ministra disse que o momento é extrema dificuldade e pediu a união dos juízes.

— Tenho convicção que será um encontro para a união, porque temos deveres comuns e encontros comuns. Há enorme intolerância com o poder público, o que nos leva a pensar em soluções para que a sociedade não desacredite no Estado. O Estado tem sido nossa única opção. Ou a democracia ou a guerra. E o papel da justiça é pacificar — disse a ministra.

De lá para cá, a imagem do STF se deteriorou por completo. Cármen Lúcia não tomou nenhuma providência sobre o fim do foro privilegiado, uma resolução definitiva sobre a prisão de condenados em segunda instância ou a possibilidade de um criminoso condenado concorrer à Presidência da República. Todas estas questões permanecem 'pacificadas'. Sob o comando de Cármen Lúcia, ministros do STF estão soltando criminosos presos na Lava Jato, inclusive condenados em Segunda Instância. A presidente da Corte também ficou de braços cruzados, enquanto o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fechou sozinho um acordo indecente com os criminosos da JBS, forjou provas e tentou derrubar o presidente da República para ocupar seu lugar ou indicar um sucessor, conforme reconheceu Joesley Batista em gravação.

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