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Globo estuda linha auxiliar do PT para compor candidatura de Luciano Huck. Marina Silva e Joaquim Barbosa já se reuniram com apresentador



A Rede Globo resolveu ingressar na corrida à Presidência da República de forma mais agressiva nas eleições de 2018. Apesar do fracasso da experiência com a eleição de Fernando Collor de Mello, um sócio da emissora em 1989, a emissora agora faz uma aposta mais direta e escalou um funcionário da própria empresa para a missão de comandar o país.

A candidatura de Luciano Huck, que começou de forma tímida na base do "vai que cola" agora começa a ganhar corpo e conta com o apoio de tradicionais tomadores de empréstimos do BNDES órfãos da farra com o dinheiro do contribuinte durante os governos do PT. Neste momento, um partido é o que menos importa para a Globo. Com tantos partidos de aluguel se oferecendo para hospedar o candidato da emissora, a definição ficará para um segundo plano, após a composição da chapa do apresentador.

A Globo já trabalha na escolha de um vice para Luciano Huck e, como não poderia deixar de ser, a preferência deve recair por alguém que represente a linha auxiliar do PT. O presentador de televisão escalado pela Globo para concorrer à eleição de 2018 já se reuniu com o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa e com a ex-ministra de Lula, Marina Silva. A Globo aposta em herdar os eleitores ignorantes de Lula, que deve ficar de fora do próximo pleito, mas quer conferir alguma credibilidade a Luciano Huck com um vice capaz de atrair votos de pessoas menos estúpidas, mas não necessariamente inteligentes.

Desconfiado, Joaquim Barbosa não quis assumir nenhum compromisso publicamente enquanto não se certificar das chances concretas de Huck. Já a candidata Marina Silva se demonstrou bastante empolgada com a ideia e já admitiu que pode prestar este "serviço" à Rede Globo: “Em breve, estarei manifestando a minha posição. Há um desejo na Rede de que tenhamos uma candidatura própria. Não preciso ter falsa modéstia. O desejo é de que haja a minha candidatura. Assim como há também na sociedade. Mas a gente não pode ir pela lógica do poder pelo poder. Encaro política como um serviço. E, como serviço, você tem que prestar onde ele é necessário.”, afirmou a ex-petista em entrevista ao jornalista  Josias de Souza.

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