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Fiasco dos protestos das centrais sindicais contra fim do imposto sindical. Acabou hoje a mamata



O dia 11 de novembro será marcada como uma data histórica para os trabalhadores, que nunca mais terão que dedicar um dia inteiro de seu trabalho suado no ano para encher os cofres das centrais sindicais. A partir desta data, morre o famigerado imposto sindical, que revogado no texto da reforma trabalhista aprovado em julho pela Câmara e que entra em vigor a partir deste sábado.

A imprensa até que tentou alimentar a esperança de mais de 400 mil pelegos profissionais que viviam às custas do imposto sindical. Numa campanha sem pé e sem cabeça, os meios de comunicação passaram os últimos dias plantando a informação de que o presidente Michel Temer editaria uma medida provisória recriando o imposto. Contrariando as expectativas dos agourentos de plantão, Temer não só matou o imposto como também prometeu combater qualquer iniciativa de ressuscitá-lo durante seu governo.

Indignados com o fim da mamata, dirigentes das centrais sindicais convocaram atos monstros em todo o país. A promessa era bloquear ruas e havia a expectativa de promover badernas nas principais capitais do país. O problema é que milhares de pelegos se deram conta de que não havia mais nada a ser feito e trataram de aproveitar o dia para encontrar um bico.

O principal protesto do dia ocorreu no Rio de Janeiro no fim da tarde e teve a concentração na Igreja da Candelária, para depois seguir pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. Manifestantes ligados a centrais sindicais, associações profissionais, sindicatos, trabalhadores e estudantes organizaram uma passeata contra as reformas econômicas em curso no governo do presidente Michel Temer.

Com apoio de um carro de som, o público minguado carregou bandeiras e faixas com dizeres contra os principais pontos da reforma, como mudanças na Previdência e na legislação trabalhista. O policiamento foi reforçado, com integrantes do Batalhão de Policiamento de Grandes Eventos (BPGE), que sempre atuam em protestos e manifestações. Alguns policiais portavam espingardas de balas de borracha. Parte do comércio fechou as portas, temendo conflitos e depredações. Mas nada disso foi necessário.

 Em Brasília, cerca de 150 pessoas, segundo a Polícia Militar (PM), participaram de uma manifestação organizada pela CUT no Espaço do Servidor da Esplanada dos Ministérios pela manhã. Tanto a PM como os organizadores classificaram o movimento como pacífico. “Além disso, como não haverá deslocamento, não foi necessário usarmos maior efetivo”, disse o sargento Franklin Lima.

Com informações da Agência Brasil

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