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FHC não consegue disfarçar inveja de Temer e defende candidatura de Lula em 2018



O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está profundamente abalado com o êxito obtido pelo presidente Michel Temer na recuperação da economia e na sábia recondução do país ao clima de normalidade institucional.

FHC já vinha manifestando seu descontentamento com a forma que que Temer havia conseguido livrar o país da recessão logo em seu primeiro ano de governo e via como uma ameça a possibilidade do peemedebista se projetar como um dos melhores presidentes do país nos últimos trinta anos. O tucano no entanto recuperou o entusiasmo com a conspiração armada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os açougueiros criminosos da JBS. FHC ficou empolgado com a possibilidade de derrubar Temer e foi para a imprensa pedir a renúncia do presidente.

Para decepção do tucano, da Globo e do PT, o golpe contra o país perpetrado pelos descontentes que perderam a influência no governo federal fracassou. Temer não apenas resistiu e conteve o caos na economia, como conseguiu colocar Joesley Batista e seus comparsas na cadeia. FHC ficou duplamente chateado com vitória de Temer e a prisão de Joesley, financiados do PSDB e amigo de Aécio Neves, o queridinho do ex-presidente. O tucano encorajou mais da metade dos parlamentares do partido a votarem a favor da segunda denúncia de Janot, derrotada na Câmara no mês passado. Ao todo, 25 deputados do PSDB votaram pelo prosseguimento da denúncia e o afastamento de Temer do cargo. Apenas 23 votaram com o governo.

Magoado com a sucessão de vitórias de Temer, FHC agora defende que seu partido desembarque do governo como forma de viabilizar o retorno do partido ao poder: "Há um ponto crítico e alguma decisão precisa ser tomada: ou o PSDB desembarca do governo na convenção de dezembro e reafirma que continuará votando pelas reformas ou sua confusão com o pemedebismo dominante o tornará coadjuvante na briga sucessória", afirmou o tucano.


No mesmo artigo publicado neste domingo nos jornais "O Globo" e "O Estado de S. Paulo", Fernando Henrique  também defendeu que o ex-presidente Lula deveria disputar a eleição de 2018: "Não sou juiz, não quero e não devo opinar na matéria. Melhor é supor que Lula dispute as próximas eleições" defendeu o tucano responsável pela chegada do PT ao poder em 2002. FHC quer agora reeditar a dobradinha que garantiu a ascensão da pior geração de políticos de que se tem notícia e afundou o país na maior recessão de sua história.

Nos bastidores, interlocutores confirmam que FHC se ressente do fato de nenhum ex-presidente ter conseguido aprovar reformas tão importantes para o país quanto Michel Temer. O tucano também tem dificuldade em reconhecer que Temer, como presidente da Câmara dos Deputados, foi o responsável direto pela aprovação das medidas mais importantes de seu governo, como a criação do Plano Real a a Lei de Responsabilidade Fiscal, na qual o peemedebista se empenhou com afinco. "No fundo, o Fernando Henrique está sendo hipócrita ao propor o desembarque do partido, pois governou o país por oito anos com ajuda do PMDB. Mais da metade dos ministros de seu governo eram do PMDB e em qualquer dor de barriga, quem o socorria era justamente o Temer", diz um membro da cúpula do partido.

Entre os ministros do governo Fernando Henrique, nomes como Renan Calheiros, Romero Jucá, Reinhold Stephanes, Nelson Jobim, Márcio Fortes, Francisco Dornelles, Iris Rezende, Eliseu Padilha, Aloysio Nunes (ex-PMDB) entre outros. Como se não bastasse, FHC tinha como líderes na Câmara, Geddel Vieira Lima (BA), e no Senado, Jáder Barbalho (PA).
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