\imprensa Viva
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Está ficando feio. Jornalistas estão destruindo a imagem da profissão e já são comparados a políticos e sindicalistas inescrupulosos



Após quase uma década e meia convivendo com as narrativas nada sutis dos representantes da esquerda corrupta e conivente, os brasileiros adquiriram experiência em identificar comportamentos dissimulados de pessoas que insistem em defender a pior geração de políticos que já comandou o país.

Os meios de comunicação estão repletos de jornalistas simpatizantes da esquerda que ainda insistem em manipular a opinião pública com insinuações maldosas, omissão sobre os principais criminosos que roubaram o país e outras narrativas típicas da esquerda. Com a conivência dos patrões, saudosos das generosas verbas públicas, o jornalistas e artistas de esquerda fazem de tudo para ressuscitar uma ideologia combalida e desacreditada na maior parte do mundo.

Cabe ao jornalista fornecer informações com imparcialidade e permitir que a sociedade tire suas conclusões com base naquilo que julgar, dadas as circunstâncias. Não é papel dos jornais, na TV, rádio ou internet, nem mesmo dos jornalistas manipular as informações enquanto as tramitem ao público. Opinião não é informação. Para isso, deve existir um espaço claro sobre a linha editorial do meio de comunicação, no qual um jornalista, comentarista ou crítico contratado dê seus pitacos.

Apesar de deter a prerrogativa de veicular informações em massa, os jornalistas, na maioria dos casos, não são pessoas inteligentes. Alguns profissionais ainda se fiam na mística em torno da profissão e usam a suposta credibilidade de suas posições para inserir preferências ideológicas em meio as matérias que narram, ignorando completamente que existem pessoas mais preparadas, atentas e capazes de identificar estas nuances nas notícias. Este tipo de jornalismo parcial vem tomando conta dos meios de comunicação, desde a malfadada conspiração do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os açougueiros criminosos da JBS. Naquele episodio, em que foi instalado um caos no país, veículos da imprensa tratavam Joesley Batista como um empresário sério, mesmo tendo ele confessado duas centenas de crimes em seu acordo de delação premiadíssima.

Com isso, os meios de comunicação e seus profissionais vão perdendo creibilidade. Logo, serão vistos pela sociedade como políticos ou sindicalistas oportunistas que defendem interesses espúrios por trás de narrativas mais que manjadas pela população melhor informada.

A covardia está explícita. Enquanto os profissionais de sites, colunas e programas de opinião assumem suas posições críticas dentro de um espaço próprio para o debate, os jornalistas que ocupam telejornais ou veículos informativos, como telejornais, mídia impressa ou eletrônica negligenciam a informação imparcial e usam estes espaços para manipular a opinião pública com insinuações maldosas e previsões esdrúxulas. A covardia é que quando suas opiniões são contrariadas pela realidade, basta fazer uma cara de paisagem e fingir que está tudo bem, sem se responsabilizar pelo ônus de seus equívocos propositais.

Em um exemplo recente, uma jornalista da GloboNews informou, com um ar fúnebre, que a inadimplência estava caindo e que crescia o número de pessoas limpando seus nomes nos últimos seis meses. "Mas há um porém. Boa parte das pessoas estão parcelando suas dívidas", disse a jornalista, agora mais enfática e com um ar de preocupação. Boa parte quanto? Ao final da matéria, o comentário malicioso sobre a queda na inadimplência: "Vamos ver até quando...".

Esta é apenas uma forma dissimulada de transformar uma notícia positiva sobre a economia em algo preocupante. Seis meses de queda na inadimplência e o aumento de pessoas recuperando sua reputação como consumidor são ótimas notícias, independente da forma com que as pessoas estão quitando suas dívidas.

O problema é que a sociedade, sobretudo nas redes sociais, está cada vez mais atenta a este tipo de profissional oportunista, que aos poucos, vai denegrindo a imagem da profissão.

Embora a profissão seja dominada por simpatizantes da esquerda, não há como ignorar o repúdio da sociedade a este tipo de ideologia defendida pelos responsáveis por mais de uma década e meia de assalto aos cofres públicos. Em tempos de redes sociais, os donos dos meios de comunicação do país estão fazendo uma aposta bastante arriscada em sua tentativa desesperada para trazer de volta ao poder aqueles que foram tão generosos no passado com estes grupos.

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