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Dilma cometeu delitos continuados e contribuiu para os interesses da organização criminosa que integrou, diz denúncia



A ex-presidente Dilma Rousseff foi denunciada ao Supremo Tribunal Federal como integrante ativa da organização criminosa que atuou no país desde a chegada do ex-presidente Lula ao poder no ano de 2003.

Segundo consta na denúncia encaminhada ao STF pela Procuradoria-Geral da República, "a ex-presidente Dilma Rousseff integrou a organização criminosa desde 2003, quando assumiu o Ministério de Minas e Energia, a convite de Lula".

“Desde ali contribuiu decisivamente para que os interesses privados negociados em troca de propina pudessem ser atendidos, especialmente no âmbito da Petrobras”, diz a denúncia, que aponta ainda que "os delitos da petista teriam continuado quando ocupou a Presidência, destacando as negociações que fez junto à Odebrecht. A denúncia diz que ela atuou, de “forma indireta” na cobrança de propina, por meio de Mantega e Edinho Silva".

“Da mesma forma, durante o governo de Dilma, sempre que havia atrasos no pagamentos a João Santana [marqueteiro do PT] pela Odebrecht, era Dilma que resolvia de imediato a questão”, acrescenta Janot.

A denúncia contra a petista que se encontra ainda em análise no STF,  "lista diversas contrapartidas obtidas pela Odebrecht durante os governos Lula e Dilma, entre os quais: ampliação de crédito para exportações para Angola; liberação de recursos para construção de submarinos; benefícios tributários para a Braskem; atuação em prol da empresa em obras de usinas hidrelétricas; e facilitação da compra, pela Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil) de torre comercial do grupo".

“Ao longo dos governos Lula e Dilma, por manifesta contribuição dos ora denunciados no esquema criminoso acima narrado, a holding Odebrecht S.A. obteve espantosa evolução patrimonial, saltando o seu ativo total de R$ 15.894.355.000,00 em 2005 para R$ 213.329.886.000,00 em 2015, uma multiplicação de seus bens em mais de 13 vezes, durante o aludido período”, observa a Procuradoria.

Caso o STF acolha a denúncia, Dilma se tornará ré pela segunda vez no Supremo. 
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