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Desgastar governo Temer com mentiras é tudo que restou para a imprensa. Brasil gera emprego pelo sétimo mês consecutivo



A imprensa passou o dia noticiando que o Presidente Michel Temer substituiria o ministro Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Embora não exista absolutamente nada de errado com a eventual escolha de Temer, a imprensa tenta associar Marun ao ex-deputado Eduardo Cunha, a quem defendeu com vigor no passado. Pior, a imprensa vem atribuindo decisões ao presidente sem o seu conhecimento, para depois corrigir as mentiras em pequenas notas de rodapé.

Foi assim com relação ao fim do imposto sindical, uma exigência pessoal de Temer no escopo da reforma trabalhista. Praticamente todos os meios de comunicação passaram meses noticiando que Temer editaria um decreto restaurando o imposto sindical ou criando uma nova fonte de receitas para os sindicatos. Entre passar dias desmentindo as notas da imprensa e fazer o trabalho sério que os meios de comunicação deveriam fazer, Temer tem preferido a última opção e tem se dedicado a divulgar os dados sobre seu governo que a imprensa sonega.

O mês de outubro foi o sétimo mês consecutivo que o Brasil criou  vagas de trabalho com carteira assinada. De acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). forma 78 mil novas vagas, foram os quase cem mil trabalhadores que arranjaram ocupações. No total, O governo já gerou mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada, repondo o estoque daqueles que perderam o emprego entre 2015 e 2016 com a crise econômica deixada por Dilma.

O resultado de outubro também foi o melhor para um mês registrado em 2017. Foi também a primeira vez, desde 2013, em que as contratações superaram as demissões no mês de outubro. Deste modo, foi o melhor mês de outubro em quatro anos.

"São números que dão ainda mais certeza de que as medidas adotadas pelo governo colocaram o Brasil de volta nos trilhos do crescimento econômico", avaliou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Os números do governo Temer são impressionantes e provocam inveja em seus antecessores. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está com dor de cotovelo, após saber que já perdeu o posto de melhor presidente do país nos últimos 30 anos para Michel Temer. Segundo economistas e cientistas políticos, não adianta FHC fazer beicinho e pedir a renúncia de Temer. O atual governo fez praticamente tudo aquilo que foi negligenciado por seus seis antecessores e está deixando os pré-candidatos à eleição presidencial em uma situação bastante delicada: muitos tentam prometer o que Temer já está efetivamente colocando em prática. Há poucos dias, o ex-presidente Lula afirmou em um comício que iria desfazer todas as medidas adotadas por temer. Os militantes remunerados que estavam presentes ficaram calados e visivelmente preocupados. Acompanhe o quadro com os feitos do governo em pouco mais de um ano:



Segundo economistas, o controle da inflação e dos juros é a forma mais eficaz de combater a desigualdade e distribuir riquezas. A redução destes indicadores colocou nada menos que R$ 57 bilhões a mais nos bolsos das famílias com renda até R$ 2 mil mensais. É justamente com este ganho que estas famílias voltaram com toda força para o mercado de consumo, sobretudo nas áreas de vestuário, eletrodomésticos, alimentação e lazer. 

Temer também tem sido um carrasco para os empresários acostumados ao dinheiro fácil do BNDES. O governo cortou a linha de crédito para as 25 maiores empresas do país e destinou os mesmos recursos para nada menos que 50 mil empresas de pequeno e médio porte. Os donos das grandes fortunas, rentistas e especuladores do mercado financeiro também não estão nada satisfeitos com o governo. Afinal, todos viviam do lucro fácil gerado pela combinação mortal  para o trabalhador de inflação e juros altos. 

Para aqueles que concordam que nunca houve tantos avanços em outros governos, há ainda o fim dos privilégios para as elites do funcionalismo público, que perderam mais de RR 11 bilhões distribuídos uma série de benefícios e a partir da reforma da previdência, terão suas aposentadorias igualadas às dos trabalhadores da iniciativa privada, onde o teto atual é de R$ 5.200,00. 

As últimas semanas trouxeram alguns indicadores positivos, como a redução nas taxas de desemprego, que parecem já afetar a percepção dos brasileiros. A pesquisa DataPoder360 de novembro indica mostra que o otimismo com o estado geral da economia influencia na percepção sobre as finanças pessoais. 58% falam em melhora. Para 17%, a situação deve piorar. Há ainda 16% que acham que nada mudará.


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