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Denunciados ao STF por organização criminosa, Lula e Dilma terão que devolver R$ 6,8 bilhões aos cofres públicos



O ex-presidente Lula foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal como chefe da organização criminosa ao lado de outros sete integrantes que atuaram de forma sistemática no cometimento de crimes contra o erário público. Entre os integrantes da organização criminosa, também foram denunciados a ex-presidente Dilma Rousseff; os ex-ministros Antonio Palocci Filho, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo; a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT; e o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto.

A denúncia, no âmbito da Operação Lava Jato, foi oferecida dentro de inquérito que apura se o PT formou uma organização criminosa para desviar dinheiro da Petrobras.

Todos os denunciados são suspeitos de “promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa”, cuja pena é de 3 a 8 anos de prisão, além de multa.
A PGR também cobra dos oito denunciados indenização de R$ 6,8 bilhões, valor que inclui devolução à Petrobras de suposto dinheiro desviado, além de danos morais e materiais.

Segundo a denúncia, entre 2002 e 2016, os oito acusados "integraram e estruturaram uma organização criminosa com atuação durante o período em que Lula e Dilma Rousseff sucessivamente titularizaram a Presidência da República, para cometimento de uma miríade de delitos, em especial contra a administração pública em geral".

Apesar do envolvimento direto do ex-presidente Lula em mais de 477 eventos de lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência apontados nas seis ações penais em que figura como réu, o petista desafia as autoridades do país e envergonha os brasileiros perante o mundo lançando-se candidato à Presidência da República do Brasil.

Caberá ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, notificar os acusados a apresentarem resposta e levar o caso à Segunda Turma do STF, que decidirá se eles viram ou não réus pelo crime. Até o momento, Fachin não tomou nenhuma providência.
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