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Debate em torno dos problemas do Brasil perde espaço para a polêmica participação de um criminoso na eleição



O Brasil enfrenta problemas graves em praticamente todos os aspectos cotidianos da vida do cidadão. O pais foi comandado por quase uma década e meia por uma organização criminosa que tinha como único objetivo a perpetuação no poder. Bilhões do dinheiro do contribuinte foram usados para favorecer empresários corruptos, meios de comunicação, jornalistas, artistas, sindicalistas e movimentos sociais em troca de fidelidade eterna a um grupo de criminosos que forjou um enorme retrocesso na trajetória do país.

As consequências deste período trágico da vida do país são sentidas na pele por cada cidadão que convive hoje com índices alarmantes de violência, falta de oportunidades e precariedades em setores como a saúde, educação, transporte público e demais setores que tiveram seus recursos desviados de forma criminosa pelo PT de Lula e Dilma.

Por mais óbvia que seja toda esta situação, o país desperdiça minutos preciosos do debate que antecede as eleições presidenciais de 2018. A situação é absurda diante de tantos problemas e desafios que o país tem pela frente. Ministros do Supremo, Políticos e meios de comunicação desperdiçam cinicamente a oportunidade de debater e sugerir soluções para os desafios da nação, num jogo vergonhoso que esconde a negligência destas instituições com os interesses da população.

Parece não apenas pouco razoável, medíocre e doentio concentrar o debate em torno da participação de um criminoso condenado responsável por centenas de crimes contra os cofres públicos. Lula é de longe o maior bandido da história do país. Responsável por um esquema de corrupção criminoso e genocida que tirou do povo bilhões para transferir a empresários corruptos que financiavam as campanhas de seu partido, que lhe compravam e reformavam imóveis, que repassavam milhões para seus Instituto e para sua conta pessoal através da contratação de palestras falsas e outras formas ainda desconhecidas de vantagens indevidas.

Tratar um criminoso desta natureza como um político é uma afronta à sociedade, a valores como honestidade, altruísmo e patriotismo. Reter o debate em torno da figura de um criminoso, seja anti ou pró-Lula é coisa de canalha. Tanto por parte dos meios de comunicação e das instituições, quanto por parte dos políticos,  que evitam assim debater propostas concretas para os desafios que o país tem pela frente. Não há como ignorar o mau-caratismo destes grupos que contemplam com a maior naturalidade a participação de um criminoso condenado nas eleições presidenciais. E não se trata de um criminoso qualquer. Trata-se do chefe da organização criminosa que premiou estas instituições enquanto assaltava os cofres públicos por mais de 13 anos. 
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