\imprensa Viva
.

Cúpula das Forças Armadas apoia governo Temer e pede eleição tranquila em 2018



Desde a vergonhosa conspiração promovida pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em conluio com os açougueiros criminosos da JBS e patrocinada pela Rede Globo, a cúpula das Forças Armadas tem manifestado preocupação com a ordem democrática e garantido apoio irrestrito ao governo Temer.

No início desta semana, os comandantes militares do país se reuniram a aprovaram uma ata em que se dizem preocupados com a falta de tranquilidade no atual quadro político e econômico e com o impacto desse cenário nas eleições de 2018.

A cúpula das Forças Armadas também se preocupou em corrigir a versão da imprensa sobre o risco de intervenção militar ao afirmar que "cabe a todos os brasileiros a mais estrita observância dos preceitos constitucionais."

O recado vem menos de um mês após o general Antonio Hamilton Mourão, secretário de finanças do Exército, afirmar que as Forças Armadas poderiam "impor uma solução" à crise política no país, caso o golpe de Janot prosperasse. De fato, as Forças Armadas são a última fronteira na defesa da Democracia e os oficiais não iriam ficar de braços cruzados assistindo a Globo tomando o poder do país, juntamente com Joesley Batista, Janot e o PT.

Atexto elaborado pelos chefes das Forças Armadas na semana passada sinaliza as eleições de 2018 como um marco político desejável, ao mencionar a "tranquilidade das eleições".

"É preciso que o país construa o ambiente de tranquilidade necessário para prosseguir no esforço de superação das dificuldades econômicas, essencial para a defesa da soberania e dos interesses nacionais para que tenhamos um processo eleitoral tranquilo no próximo ano." O texto é claro sobre o apoio ao governo Temer, que tem atuado de forma obstinada para garantir a recuperação da economia, o equilíbrio entre as instituições e uma transição democrática em 2018, papel que assumiu e tem cumprido com êxito extraordinário, apesar dos ataques que vem sofrendo por parte da mídia.

Na ocasião, o general disse que uma "intervenção militar" poderia ser adotada se o Judiciário "não solucionar o problema político", em referência à tentativa de sabotagem do governo Temer.

O Conselho Militar de Defesa é integrado pelo ministro da Defesa e os chefes do Exército, Marinha, Aeronáutica e Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Criado em 1999, ele tem função de assessorar o presidente da República "no que concerne ao emprego de meios militares".

As reuniões, que ocorrem a cada dois meses, servem para ajustar e uniformizar o discurso entre as diferentes Forças, de forma a diminuir falhas de comunicação.

Segundo autoridades próximas do grupo, o texto reflete uma preocupação com a governabilidade no país e com a falta de harmonia entre os Poderes.

A avaliação dessas autoridades é que o Brasil corre o risco de "explodir" economicamente, sem reformas importantes, e que líderes políticos estão preocupados apenas com as próximas eleições, o que desestabiliza o país. Os meios de comunicação também não estão ajudando em nada neste sentido. Todos continuam sabotando o governo, com notícias fabricadas que visam dificultar a aprovação de reformas importantes como a da previdência.

O presidente Michel Temer esteve presente no aniversário do general Eduardo Villas Bôas, Comandante do Exército, nesta quarta-feira.

_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget