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Brasil tem pré-candidato ladrão de joias do povo. O mundo ainda não entendeu como isso é possível



Desde que foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, e obrigado a devolver os objetos que roubou do acervo da Presidência da República, ex-presidente Lula já não pode mais continuar alegando perante a comunidade internacional que é um perseguido político, vítima da imprensa local e das instituições judiciárias.

A imprensa internacional tem noticiado um fato vergonhoso sobre a conduta criminosa do petista. Quando deixou a presidência em 2010, Lula levou vários objetos pertencentes à União e usou documentação falsa para transportar os itens. Os procuradores do Ministério Publico Federal, MPF, descobriram que o documento foi falsificado "para dele constar que se tratava de armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da construtora OAS". A mesma OAS pagou aproximadamente R$ 1,3 milhão pelo transporte e armazenagem dos objetos retirados por Lula, que contou com a conivência de servidores petistas que deveriam zelar pelo patrimônio público.

A lei determina que presentes dados por representantes de outros países em cerimônias oficiais ficam com a União. Estes podem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República, no Rio de Janeiro.

Lula levou todos os presentes, incluindo joias, objetos de ouro cravejados de diamantes e outras obras de valor inestimável. O petista escondeu tudo em um cofre secreto do Banco do Brasil, numa agência de São Paulo, em nome de sua esposa, Marisa Letícia.

O juiz federal Sérgio Moro determinou que os objetos mais valiosos fossem devolvidos à Presidência da República. Os bens foram apreendidos durante a 24ª fase da Operação Lava Jato, quando o ex-presidente foi conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para prestar um depoimento. Durante as buscas no apartamento de Lula em São Bernardo, os agentes descobriram documentos que levaram ao gigantesco cofre secreto, onde foram encontradas 23 caixas lacradas com itens pertencentes à União.

Na decisão, Sérgio Moro utiliza como referência a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que constatou o desaparecimento de diversos itens do patrimônio da União.  Segundo entendimento do TCU, não apenas os presentes feitos per chefes de estado pertencem à União, mas qualquer objeto que não seja de uso pessoal, como roupas, documentos e fotos, o que não é o caso de Lula.

Ainda segundo o órgão de controle, mesmo no caso de troca de presentes entre Lula e qualquer outra pessoa, seja um empresário, político ou entidade, caracteriza que houve uma contrapartida. Se Lula presenteou qualquer pessoa com dinheiro do contribuinte, o presente que recebeu em troca também pertence ao contribuinte e deve ser incorporado ao acervo público.

A situação do Brasil perante a comunidade internacional é delicada. O mundo ainda não entendeu como é possível que um criminoso condenado pro lavagem de dinheiro e corrupção, autor de um vergonhoso assalto ao patrimônio da União, ainda possa viajar pelo país livremente em campanha para ser presidente da República. 
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