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Artistas, políticos e jornalistas fingem ignorar ressentimento da sociedade com a esquerda, após 13 anos de desmandos



Cada brasileiro vivo é perfeitamente capaz de constatar as oportunidades que o país perdeu em praticamente todos os setores da de sua existência, como na economia, a educação, a saúde e segurança pública ao longo da última década e meia. Praticamente todo cidadão brasileiro vivo sentiu na pele a dor da negligência do estado em pelo menos uma oportunidade ao longo da última década e meia, quando viu seus sonhos frustrados, perdeu um ente querido para a violência, para a precariedade do sistema de saúde ou viu seu filho sendo educado de forma precária. Cada cidadão vivo pode relacionar as mazelas impostas pelo Estado ao povo aos milhares de esquemas de corrupção que explodiram na imprensa ao longo da última década e meia.

A maioria dos cidadãos têm consciência que Lula, Dilma e o PT estiveram por trás de praticamente todos os escândalos e desvios bilionários do cofres púbicos, seja como beneficiários diretos ou visando a construção de alianças que lhes renderia algum dividendo político, como o favorecimento criminoso de movimentos sociais, sindicatos, artistas, jornalistas, empresários, partidos e meios de comunicação.

Quando a população se depara com um destes beneficiários defendendo o legado de crimes de Lula, Dilma e de tudo que eles representaram na história recente do país, é natural que a sociedade reaja com indignação. Milhões de brasileiros se sentem genuinamente violentados pela esquerda e por todos seus representantes. A esquerda e tudo o representa, como seus símbolos, seus discursos, suas ideologias e sua desfaçatez  faz com que milhões de pessoas se ressintam por um passado de tristeza, dor e impotência.

A esquerda, outrora prepotente e arrogante,  tornou-se nefasta no consciente coletivo por obra e mérito próprios. Este mesma esquerda que chegou ao poder prometendo a redenção dos sem-terra, dos sem-teto, dos pequenos empreendedores, dos moradores da periferia, dos analfabetos, das minorias e dos marginalizados, virou as costas para todos durante mais de 13 anos. Foram se refestelar nos banquetes com banqueiros, empreiteiros, empresários e políticos corruptos, a quem distribuíram bilhões do dinheiro do povo.

Embora ainda explorem a velha narrativa que tem como pano de fundo a falsa compaixão, embora seus discursos ainda seduzam desavisados, fragilizados e aqueles que se beneficiaram dos anos do império da corrupção, a maior parte das pessoas sensatas é perfeitamente capaz de distinguir o traquejo ardiloso e sente é nojo ao ver essa gente jurando que vai fazer tudo aquilo que não fez pelo país quando tiveram a oportunidade de fazer. A sociedade se ressente por ter sido tão diligentemente enganada e é normal que pessoas reajam com indignação contra formadores de opinião que insistem em defender a agenda pró-esquerda bolivariana.

Portanto, não é de bom alvitre que jornalistas, artistas e intelectuais apontem seus dedos para uma parte da sociedade que se ressente pelo passado de mentiras que a esquerda impôs ao país. Cada indivíduo percebe o mundo segundo sua própria perspectiva. Não é honesto tratar cidadão de forma pejorativa, chamando-o de fascista, conservador, direitista ou o que quer que seja apenas pelo fato deste cidadão manifestar suas angústias provenientes de sentimentos e impressões que angariou ao longo de sua vida recente. Não é honesto tentar associar estas pessoas àqueles que sabem explorar seus sentimentos. Trata-se de um fenômeno social e político, não tem nada a ver com lideranças. Qualquer tentativa de subverter, subestimar ou manipular o sentimento predominante na sociedade, seja por parte da imprensa, dos artistas ou formadores de opinião, é medíocre e tende a ser violentamente repudiada, contestada e devolvida muitas vezes de forma desproporcional.

Não há como tentar impor valores de esquerda e esperar que todos batam palma num momento como este da vida do país. Não se trata de intolerância. Muitos estão de fato revoltados com o estrago causado à nação ou em situações particulares, e insondáveis, que afetaram cada um. É um momento bastante inoportuno para querer censurar a manifestação de contrariedade de qualquer cidadão. Ao longo da história, os intelectuais, artistas e líderes políticos estimularam o povo a se manifestar em defesa de suas nações, de seus ideais. A impressão que sem ultimamente é a de que muitos estão querendo rever estes conceitos. O fato é que algo aconteceu no Brasil e levou milhões de pessoas para as ruas em manifestações apontadas como as maiores do mundo. Não há como querer contrariar o sentimento predominante do país simbolizado por estas manifestações. Ainda mais quando comparadas às manifestações convocadas por setores da esquerda. Predomina o sentimento entre a população de repúdio as esquerdas. Por mais óbvia que pareça a constatação de que a maioria dos políticos são corruptos, seja do partido A ou B, o fato é que todos se beneficiaram do plano de poder do PT, baseado em uma sofisticada engenharia de distribuição de cargos, propinas e favores ilícitos. Não há nada de errado em apontar para outros políticos corruptos, mas sem a narrativa da fulanização da corrupção, na qual predomina o argumento que "fulano também roubou". Roubou porque tinha um governo conivente com a corrupção comandado por Lula.

Os jornalistas, os meios de comunicação e os formadores de opinião ainda não se deram conta de que é dever de cada um cultivar a sensibilidade e o respeito para com o sentimento de uma nação. Não é por acaso que a Operação Lava Jato tem a aprovação de mais de 95% da população, embora estas pessoas divirjam entre si sobre certos exageros. A maior investigação sobre corrupção do país representa a manifestação do estado de espírito e a esperança de mudanças da sociedade. Sob o ponto de vista histórico, não é razoável tentar minimizar o fenômeno das maiores manifestações da história do país. Milhões de brasileiros foram as ruas de forma espontânea exigir mudanças nos rumos do país, assim como em outros eventos que marcaram mudanças significativas nas trajetórias de outras nações. Ignorar esta realidade sim, é uma atitude temerária que pode produzir resultados imprevisíveis.

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