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Após 75 dias longe de seus bilhões e das garotas de programa, Joesley poderá receber visita íntima na prisão



O empresário Joesley Batista, preso desde 13 de setembro, poderá receber visitas íntimas em a partir da próxima semana, quando completa o período mínimo de 75 dias de prisão para que o preso possa receber visitas pessoais, com contato físico.

Pouco antes de ser detido em São Paulo, Joesley apareceu em uma gravação feita por ele mesmo de uma conversa com o diretor do grupo JBS, Ricardo Saud: “A realidade é: Nós não ‘vai’ ser preso. Vamos fazer tudo, mas nós não vai ser preso”. Em seguida, Joesley vai ao banheiro e o gravador continua. Abre a porta e fala: “É f., ô Ricardo, só tem um louco dentro do planeta Terra para fazer o que faço. Sabe quem é, né? Eu", gabou-se o empresário embriagado.

Mas as previsões do empresário acabaram não se confirmando e ele acabou sendo preso poucos dias depois de  chamar o presidente da República, Michel Temer, de chefe "da maior e mais perigosa organização criminosa" do Brasil em entrevista publicada na revista "Época". Quando foi preso, o empresário reclamou e afirmou que mexeu com 'gente muito poderosa'.

Como não possui nível superior, Joesley está preso em uma cela comum de 3x3 metros na superintendência da Polícia Federal em São Paulo.  O empresário tem direito ao banho de sol, que acontece durante duas horas no período da manhã e duas horas, no período da tarde. Apesar de ter passado pelo período de adaptação à vida carcerária e poder receber visitas íntimas, a mulher de Joesley, Ticiana Villas Boas, não confirmou se pretende se submeter a tanto constrangimento.

Desde que foi preso, Joesley já vendeu seu iate, sua ilha e o apartamento em Nova York. Após perder mais de R$ 2 bilhões em valor de mercado desde maio, quando a delação deixou de ser sigilosa, a JBS passou a se desfazer de alguns ativos em um processo de desinvestimento para quitar dívidas com bancos. O grupo já vendeu a Alpargatas, dona da marca Havaianas, por R$ 3,5 bilhões; a empresa de laticínios Vigor, por R$ 5,7 bilhões; a Eldorado, de papel e celulose, por R$ 15 bilhões; e o frigorífico Moy Park, na Irlanda, por US$ 1,3 bilhão. De acordo com um especialista em mercado financeiro que preferiu não se identificar, em casos como esse a empresa precisa de liquidez rapidamente e acaba vendendo parte de seus ativos com valores abaixo do que poderiam ser alcançados em outras circunstâncias.




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