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A estratégia de Lula e Dilma para melar privatizações: "Não comprem. Vamos tomar tudo de volta"



Há poucos dias, o governo realizou um leilão do pré-sal e arrecadou a R$ 6,15 bilhões, R$ 1,6 bilhão a menos do que o previsto (R$ 7,75 bilhões). Duas áreas não foram vendidas nas 2ª e 3ª Rodadas de Partilha de Produção do primeiro leilão de pré-sal do governo do presidente Michel Temer. Segundo analistas, as ameaças feitas pelos ex-presidentes Lula e Dilma sobre promover um referendo para revogar as medidas de Temer pesou na decisão dos investidores.

Sobre a possível convocação de um referendo, Dilma deu o seguinte recado aos investidores: "não comprem, porque o que está sendo feito é ilegal. Estão vendendo o que eles não tem voto e legitimidade para vender. Estão vendendo uma riqueza que não é deles e um país que não e deles e que eles não têm mandato pra vender", afirmou a petista esta semana.

A ex-presidente Dilma Rousseff também realizou leilões do pré-sal e defendia a inciativa como forma de de alavancar o setor, aumentar a arrecadação do governo e gerar empregos: “as empresas privadas parceiras também serão beneficiadas, pois, ao produzir essa riqueza, vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assumido e com os investimentos que estarão realizando no país. Não podia ser diferente”, disse a petista em 2013 sobre leilão do Campo de Libra, pronunciamento na TV.

 “O Brasil é – e continuará sendo – um país aberto ao investimento, nacional ou estrangeiro, que respeita contratos e que preserva sua soberania. Por tudo isso, o leilão de Libra representa um marco na história do Brasil”, justificou. "Estamos transformando o pré-sal num passaporte futuro para uma sociedade mais justa e com melhor distribuição de renda", disse a petista na época.

Na entrevista que concedeu esta semana, Dilma defendeu a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte, para definir os rumos do país, e de um referendo revogatório para desfazer as conquistas do governo de Michel Temer. "O Lula tem razão em falar em referendo. Não será quebra de contrato, estamos avisando antes, dizendo: olha, não comprem, porque o que está sendo feito é ilegal. Estão vendendo o que eles não tem voto e legitimidade para vender. Estão vendendo uma riqueza que não é deles e um país que não e deles e que eles não têm mandato pra vender", afirmou a petista.

"Achei prudente e correta a carta enviada às embaixadas e empresas pela frente liderada pelo Requião e Patrus, com o Lindbergh também, dizendo que eles não comprem este Brasil que estão vendendo na bacia das almas, porque nós vamos rever tudo" prometeu a petista em tom de ameaça.

Segundo analistas de mercado, este tipo de postura deixa investidores inseguros. Muitos não entendem como é possível que um criminoso condenado concorra à Presidência de um país com as dimensões do Brasil. A situação é esdrúxula até mesmo para republiquetas dominadas por ditadores. A falta de pulso das autoridades eleitorais e do judiciário quanto à definição de regras duras contra a corrupção e a candidatura de réus e de criminosos condenados é uma grande demonstração de descaso destas autoridades para com o povo e e os investidores. Estas ameaças, somadas à indefinição das autoridades sobre a candidatura de um criminoso condenado e responsável por afundar o país no passado, ainda vão causar muitos prejuízos para o Brasil nos próximos leilões e privatizações. Ninguém vai investir num país que corre o risco de se transformar numa Venezuela".
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