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Temer propõe um dos maiores avanços da democracia no Brasil: O fim do voto obrigatório. PT é contra



O presidente Michel Temer pretende promover um dos maiores avanços da história da democracia no Brasil: o fim do voto obrigatório. O Palácio do Planalto já deu o aval para que cúpula do PMDB defenda  na convenção do partido marcada para novembro a aprovação da tese de fim do voto obrigatório.

Responsável direto por avanços significativos na administração pública, como o limite do teto dos gastos, Temer pretende contemplar demandas históricas da sociedade renegadas por todos seus antecessores. A limitação do teto dos gastos representou um golpe mortal na farra com o dinheiro do contribuinte em anos eleitorais. O fim do voto obrigatório retira da esquerda um instrumento crucial de manipulação do eleitorado de menor grau de instrução: a mentira.

Lula e o PT prometem brigar pela manutenção do voto obrigatório, assim como fizeram em relação aos grandes avanços do Brasil das últimas décadas, como a aprovação da Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Plano Real, o limite do teto dos gastos públicos, a modernização da legislação trabalhista e o fim da farra das elites no sistema previdenciário.

Temer é reconhecido como o maior algoz do PT de todos os tempos. Além de escorraçar Dilma e o partido do poder, presidente liquidou praticamente todos os instrumentos de financiamento da esquerda, com o corte dos repasses federais aos movimentos sociais, com o fim da mamata dos artistas de esquerda na Lei Rouanet, o fim do imposto sindical, fim das verbas da SECOM para jornalistas de aluguel e imprensa amiga do PT, o fim de cargos políticos em estatais como a Petrobras, BNDES e Caixa. Desde que Temer assumiu a Presidência, o PT perdeu 85% de sua influência sobre o eleitorado no país, elegeu apenas um prefeito em capital, em Rio Branco no Acre, e perdeu 90% de suas receitas para financiar a militância. Acabar com o voto obrigatório seria um golpe de misericórdia doloroso em Lula e em seus candidatos apadrinhados.

Segundo o Estadão, há dúvidas no TSE sobre se o fim do voto obrigatório poderia valer já para as eleições de 2018 caso aprovado.

"Pode ser. As mudanças nas regras eleitorais precisam ser aprovadas um ano antes do pleito, mas os técnicos do TSE divergem sobre se o voto obrigatório entra nessa regra. Dizem que se o Congresso votar a emenda caberá ao Supremo a decisão sobre a validade".

Veja no vídeo abaixo o perfil dos eleitores do PT.



Com informações do Estadão
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