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Retomada do governo nos investimentos em saúde garante ao Brasil 2ª melhor cobertura de vacinação do mundo



O governo federal vem agindo silenciosamente na retomada dos investimentos na área da saúde desde os primeiros dias de interinidade do presidente Michel Temer. No começo, os avanços foram tímidos devido ao rombo gigantesco nas contas públicas herdado pelas administrações petistas. Mas na medida em que os cortes avançaram, mas recursos puderam ser pulverizados em pequenas proporções em diversos municípios do País.

Como a maior parte dos investimentos eram tímidos, não cabia ao governo dar publicidade a recursos tão módicos. Mas a persistência em corrigir deficiências na área começaram a dar resultado. Segundo avaliação de 63% dos usuários do sistema público de saúde, houve uma melhora sensível no atendimento. Na opinião de 19%, a melhora foi significativa. 12% afirmam que a situação continua a mesma e apenas 6% afirma que a situação da saúde piorou,

Apesar dos avanços tímidos, o aumento na avaliação positiva sobre o sistema de saúde foi de mais de 400% em relação à mesma pesquisa realizada em 2015. Para exemplificar o êxito do empenho do governo na área, o Brasil acaba de alcança a 2ª melhor cobertura de vacinação do mundo

O Brasil e a China estão entre os países com maiores índices de cobertura de vacinas, com 99,7% e 99,9% da população-alvo imunizada em 2016/2017, respectivamente. Os dados são do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME) da Universidade de Washington e foram publicados hoje (15) na revista The Lancet.

O documento, que traz análises sobre a evolução dos países rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), foi produzido em colaboração com a Fundação Bill & Melinda Gates e contou com 2.518 colaboradores em 133 países. O relatório analisa o progresso dos países em direção a cada um dos 37 indicadores relacionados à saúde. Os países foram classificados por suas pontuações globais para mostrar os desempenhos relativos, bem como permitir comparações entre eles.

O índice geral de uma nação é baseado em uma escala de zero a 100. Cingapura foi o país com maior pontuação (87), seguido de perto pela Islândia e Suécia (86 ambos). As nações de menor pontuação foram o Afeganistão, a República Centro-Africana e Somália, cada uma com 11 pontos. O Brasil registrou 63 pontos.

"Com essas descobertas, as autoridades de saúde nos países podem distinguir melhor os desafios de longa data dos emergentes, bem como revisar e reorientar os programas necessários para atingir os objetivos de suas nações", afimrou Christopher Murray, autor do estudo e diretor da IHME.

Em relação ao histórico do Brasil no indicador de vacinação, o país registrava, em 1990, 80,7% da população-alvo vacinada. Apenas dois anos depois, em 1992, o percentual caiu para assustadores 52,6%. A partir desse ano, o índice voltou a subir aos níveis de 1990. O salto significativo veio a partir de 2016 com a administração Temer alcançando, os atuais 99,7%. A expectativa para 2030 é de que o Brasil tenha 100% de cobertura nesse indicador.

De acordo com o relatório, muitos países já atingiram alguns dos objetivos relacionados à saúde, incluindo mortalidade de menores de 5 anos, mortalidade neonatal, mortalidade materna e malária.

No Brasil, por exemplo, a mortalidade de crianças com menos de 5 anos de idade caiu de 52 a cada 1.000 nascidos vivos, em 1990, para 16,9, em 2017. O objetivo é que, em 2030, as mortes de crianças com menos de 5 anos de idade sejam de menos de 25 por 1.000 nascidos vivos.

Segundo economistas, o governo Temer tem obtido êxito em outras frentes. Os avanças também estão sendo lentos, mas baseados em fundamentos sólidos. Tudo passa pela redução da inflação e dos juros. Isso tem permitido a retomada dos investimentos e a recuperação de setores sensíveis da economia, com aumento do consumo das classes de menor renda. Como resultado colateral destas conquistas, a geração de empregos estáveis. Até fevereiro, o governo deve anunciar a geração de 3 milhões de empregos com carteira assinada. Metade já foi garantida ao longo dos últimos meses, mas o avanço nesta frente deve se consolidar neste fim de ano, favorecido pela modernização da legislação trabalhista. São avanços notáveis para um período tão curto de tempo. O governo precisou de apenas 16 meses para tirar o país da pior recessão da história e recolocar a economia nos trilhos.

As informações completas do relatório podem ser acessadas nos seguintes sites:

https://vizhub.healthdata.org/sdg/

http://www.healthdata.org/brazil
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