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Rapaz deixa óculos no chão de museu de propósito e visitantes confundem com obra de arte



Como quase tudo que acontece no Brasil começa da pior forma possível, a familiarização da população com o elitismo artístico não poderia ter sido pior. Num espaço de apenas 30 dias, o país foi chacoalhado por nada menos que três mostras em museus envolvendo nudez, pornografia barata e crianças.

O elitismo cultural é uma convergência entre a falta de criatividade artística e a ignorância de uma pretensa comunidade pseudo intelectual. Artistas inexpressivos financiados pelo dinheiro do contribuinte tentam se vingar do povo por sua falta de criatividade com obras agressivas, sujas ou degeneradas, daí a necessidade de 'chocar' a sociedade com coisas como fezes, genitálias e outras aberrações.

A mediocridade do artista acaba seduzindo pessoas igualmente medíocres, que veem na controvérsia uma oportunidade de se colocar acima do cidadão comum, que por razões para lá de óbvias, não tem qualquer dificuldade em discernir o que é arte e o que é apelação gratuita e barata.

Um jovem americano de apenas de apenas 17 anos decidiu fazer uma experiência no mínimo inusitada durante sua visita ao Museu de Arte Moderna de San Francisco, no estado da Califórnia (EUA). Para comprovar a necessidade que certos indivíduos têm de demonstrar superioridade frente aos demais, TJ Khayatan decidiu colocar os óculos no chão para ver reação das pessoas. Outros visitantes se aproximaram e até se ajoelharam para fotografar a “obra”.

Khayatan achou estúpidas algumas obras curiosas que estavam expostas no museu, como um bicho de pelúcia que estava enrolado em um cobertor, e resolveu testar a reação das pessoas diante de sua obra inusitada. Foi tiro e queda. Logo, uma multidão de pessoas se aglomerou em torno dos óculos do rapaz, enquanto alguns teciam teorias sobre a representatividade daquela obra.

Alguns diziam que aquilo era uma forma de alertar as pessoas para que observassem as coisas com mais atenção, pois tudo na vida habita no detalhe. Outros afirmavam que as pessoas perderam a capacidade de compreender o mundo atual, etc. O jovem acompanha calado as explicações dos 'entendidos' em arte, enquanto seus amigos, mais recuados, morriam de rir dos especialistas.

No vídeo abaixo, o jornalista Paul Joseph Watson expõe o establishment da arte moderna como ele realmente é: "uma grande panelinha de babacas pretensioso que tentam parecer sofisticados atribuindo sentido a algo que não possui sentido algum".

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