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Procurador desmascara a trama. Covardia de Janot, da esquerda e de setores da imprensa foi crime de lesa pátria



O procurador Ângelo Goulart Villela expôs a trama criminosa do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot nesta quarta-feira, 17, durante seu depoimento a parlamentares na CPMI da JBS. Testemunha ocular dos fatos que levaram o país à beira do precipício institucional dos últimos meses, Janot, ao lado dos criminosos da JBS e patrocinado por gangues de cínicos da imprensa, causou bilhões em prejuízos a milhões de brasileiros com sua ganância por poder.

O procurador acusou Janot formalmente de atuar politicamente ao assinar o acordo de delação premiada com executivos do grupo J&F. Villela presta depoimento a parlamentares na CPMI da JBS.

"Não há a menor chance de o Rodrigo Janot não ter autuado de forma política, sem entrar no mérito da procedência da denúncia, para impedir que o presidente da República deixasse de indicar a dra. Raquel Dodge. E para isso ele precisava derrubar o presidente", disse Villela. "Ele (Janot) sempre diz que tinha um crime em andamento, por isso tinha que dar a imunidade. Mentira. A pressa tinha outro motivo."

Isso, para mim, é claro, cristalino, evidente.”

Para o procurador, é mentira que Janot acelerou a delação da JBS para parar “um crime em andamento”. Janot usou a instituição PGR para cometer crimes contra a nação e contra os brasileiros. E repetiu a dose de crimes ao premiar outro criminoso para causar ainda mais danos ao país e impedir a recuperação da economia.

"A questão do Rodrigo Janot, na minha opinião, deputado, era mais do que uma proteção ao Marcelo Miller. A minha questão em relação a ele é que ele precisava deixar bem claro nesse ambiente que a gente vive, midiático, de combate da corrupção, de queridinho da mídia, de super-herói, era deixar claro que ele atuava de forma imparcial, que o compromisso dele seria única e exclusivamente combater a corrupção, doa a quem doer", disse o procurador, denunciando a atuação da mídia na conspiração engendrada na PGR por Janot, Joesley Batista e Marcelo MIller.

Mas a maldada de Janot não teria prosperado sem a ajuda de jornalistas covardes e inescrupulosos à serviço de especuladores do mercado financeiro e de grupos de comunicação ávidos para obter novamente acesso ao dinheiro do contribuinte.

Em editorial, o jornal O Estado de S. Paulo denuncia os interesses espúrios por trás das manobras do ex-procurador da República para destruir a economia do país em nome de interesses de outras organizações criminosas:

“Não há dúvida de que a revelação das gravações de Lúcio Funaro, nas circunstâncias em que ocorreu, causa sério dano ao País. Ela alimenta artificialmente uma turbulência política que atrasa a retomada do crescimento econômico e dificulta a melhora das condições sociais da população, especialmente de quem está socialmente mais vulnerável. Ao mesmo tempo, a difusão de acusações que ainda não foram comprovadas não contribui para o esclarecimento de crimes eventualmente cometidos. Não se combate a corrupção com esse tipo de vazamento, que alimenta a produção de novos escândalos, com seus pérfidos efeitos sobre o País e a população (…).

No caso concreto, há ainda um problema adicional, já que a divulgação dos vídeos foi ocasião para a difusão de muitas notícias falsas, dando a entender que o conteúdo incriminaria o presidente da República, quando na verdade o próprio delator Lúcio Funaro diz, nos vídeos, que ele nunca entregou dinheiro a Michel Temer.”
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