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Para quem gera empregos, Temer é o melhor presidente em 30 anos. Para quem vivia do dinheiro do Estado, é o pior



Cresce o consenso entre empresários, empreendedores e investidores em torno de um tema bastante controverso nos dias de hoje: para 9 em cada dez empresários pequenos e médios, Temer é de longe o melhor presidente do Brasil dos últimos trinta anos. Dados da 55ª rodada do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, pesquisa encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi) ao Datafolha, mostram números positivos em relação à categoria, que fecha o 3º trimestre de 2017 com o Índice de Satisfação atingindo 126 pontos, número  semelhante ao início da crise, em 2015, informou hoje o Simpi em nota.

Segundo analistas, nenhum de seus antecessores assumiu o comando do país em condições tão adversas e em meio a tantas atribulações e conflitos entre as instituições.  De modo expressamente republicano e transparente, Temer soube administrar dezenas de crises simultaneamente, enquanto se encarregava de assegurar a recuperação da economia visando a geração de empregos.

Seus feitos são extraordinários, comentam cientistas políticos e analistas de mercado. Remando contra a maré de condições extremamente adversas na economia, lutando contra conspirações de grupos do judiciário e do MPF controlados pelo PT, além de enfrentar a fúria dos meios de comunicação, artistas, sindicalistas e outros descontentes com o fim da mamata do dinheiro do contribuinte, Temer simplesmente ignorou os riscos de contrariar setores tão influentes e levou adiante sua visão de Estado moderno e eficiente.

Enquanto pesquisas ainda apontam insatisfação da população com o atual governo, a porcentagem de empresários que avaliam como ruim ou péssima a situação da empresa ficou em 17% em setembro, subindo também a porcentagem dos que avaliam o estado de sua empresa como ótimo ou bom (de 36% em agosto para 42%em setembro). “A visão dos micro e pequenos industriais está mais positiva em relação ao hoje e ao futuro, com o Índice de Expectativa se mantendo em alta, com 49% avaliando uma melhora da situação da empresa; fazendo com que a média anual, até o momento, supere os anos anteriores”, afirma o presidente do Simpi, Joseph Couri.

Desde que assumiu há pouco mais de um ano, Temer praticamente repôs o estoque de trabalhadores que ficaram sem emprego no último ano da administração petista. Até setembro de 2017, Foram 1.9 milhão de vagas geradas frente a 2.043 milhões de pessoas que perderam seus empregos em 2016.

Em mais de 130 mil empresas fechadas durante o último ano do governo Dilma, mais de 45 mil já reabriram suas portas. Outros empresários que não conseguiram manter suas instalações comerciais e equipamentos durante a crise de 2016 terão mais dificuldades em retomar seus projetos, mas o ânimo é grande entre os que conseguiram ficar livres de dívidas. A expectativa da retomada nos investimentos é grande, sobretudo após a entrada em vigor da modernização das leis trabalhistas.

Enquanto a maioria das pessoas ainda sofre com a influência dos meios de comunicação descontentes com o fim da farra com o dinheiro do contribuinte, muitos começam a se dar conta dos avanços obtidos pelo governo Temer em tão pouco tempo.

Milhões de famílias estão conseguindo voltar ao mercado de consumo graças conquistas na área econômica, como a queda da inflação e dos juros, os maiores vilões para as famílias de baixa renda. Com a economia em gastos com alimentação, a renda destas famílias teve uma melhora de até 30% em poucos meses. Pode parecer pouco, mas no caso de uma família com renda de até R$ 3 mil, são R$ 900 sobrando no orçamento doméstico. Isto está impulsionando o consumo de eletrodomésticos, vestuário, laser e até mesmo a troca do automóvel. Juntos, estes setores apresentam um aumento de mais de 30% dos negócios. No setor mobiliário, a recuperação é ainda mais extraordinária, com aumento de 59% em agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. O governo também conseguiu alavancar negócios em vários segmentos entre fornecedores da União.

"O governo para rigorosamente em dia a seus fornecedores, está aumentando as encomendas para segmentos como materiais hospitalares, medicamentos, materiais escolares e de escritório, e praticamente toda a cadeia de fornecedores da União", diz um representante do setor de insumos para saúde. "Além de confiança, a pontualidade e aumento das encomendas faz com que diversos setores invistam em novas frentes de negócios, em contratações de mão de obra e investimentos em novas plantas"

É claro que estudantes, desocupados, militantes da esquerda e outros segmentos da sociedade ainda relutam em reconhecer os avanços da economia. A imprensa tem cumprido seu papel de linha auxiliar do PT e sonegado informações reais sobre a recuperação da economia. Entretanto, milhões de brasileiros começam a despertar da grande conspiração contra o país movida por grupos poderosos e mortalmente feridos pela gestão de Temer. Os bancos, que tiveram  lucro recorde de R$ 199 bilhões durante a era PT (confira aqui), também não estão nada satisfeitos com a política do atual governo e apostam na volta de Lula ou de outro candidato alinhado com o PT, como Marina Silva ou Ciro Gomes.

Com pouco mais de um ano até o fim de seu mandato, o presidente promete surpreender ainda mais os brasileiros com projetos ambiciosos como a retomada de 4 mil obras paradas e a geração de mais 3.5 milhões de empregos em 2018. Discreto, Temer parece não se importar com a atuação de seus detratores, que tentam a todo custo manter sua popularidade em baixa. Para muitos, isto é até bom. Cientes de que o presidente não possui pretensões políticas, boa parte do parlamento tem ajudado a promover reformas que seriam impossíveis de aprovar com o próximo presidente, seja ele quem for. 
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