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O recuo dos covardes. Brasileiros votam em deputados que se escondem em banheiros para aprofundar o caso no país



A nação testemunha um dos mais tristes episódios da democracia. Enquanto alguns deputados se reúnem no plenário da Câmara dos Deputados para definir se a Casa aceita ou não a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, deputados da oposição fogem feito ratos para evitar que haja quorum suficiente. São necessários pelo menos 342 parlamentares, de um total de 513 deputados no plenário, para que a votação prossiga.

A estratégia da covardia dos integrantes da oposição é vergonhosa. Para barrar a votação e prolongar a crise política no país, os deputados do PT, PSOL, PCdoB e até mesmo do PSDB não registraram presença e fazem uma campanha ridícula e vergonhosa nos corredores da Câmara.

“A nossa missão é só uma,é votar. (….) Nós não podemos nos esconder nos banheiros por aí, vamos
cumprir nossa missão”, disse Mauro Pereira (PMDB-RS).
O vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi, engrossou o couro. “Oposição tenha vergonha, não se esconda pelos banheiros da Casa. (….)

Brizola está se revirando nos túmulos com a covardia da oposição. E faço apelo também aos tucanos que venham dar presença. Mais da metade já veio. Que os tucanos que não vieram, venham também”.
Para que o processo de votação seja iniciado, é necessário que pelo menos 342 deputados estejam presentes no plenário. O número corresponde a dois terços do total de 513 deputados e atende ao estabelecido na Constituição Federal.

Para impedir o avanço da denúncia na Justiça é preciso pelo menos 172 votos. Já a oposição precisaria de 342 para admitir a autorização de investigação das acusações no Supremo Tribunal Federal.

A expectativa da liderança do governo na Câmara é que a votação ocorra ainda hoje. “A gente está aqui pra votar, se a oposição não quer votar a matéria, a compreensão dela é essa porque não tem o número de votos suficientes. (…)

Eu acho que por responsabilidade com o país, tem que enfrentar essa matéria e votar de acordo com sua consciência”, disse o líder Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). “Como esperado, o governo enfrenta enorme dificuldade para colocar quórum no plenário. Nós, da oposição, vamos seguir mobilizados para empurrar a sessão até a noite, de forma que a votação ocorra quando a população brasileira estiver em casa, vendo como cada deputado vai votar", disse.

A imprensa golpista comemora e vibra com a possibilidade da votação ser adiada para novembro.
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