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Militantes do MTST cobram construção imediata de casas em área nobre ocupada em São Bernardo



Manifestantes do grupo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) se concentraram em Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, nesta terça-feira, 31, para exigir do governador Geraldo Alckmin a imediata construção de casas em uma área nobre ocupada pelos Sem-teto em São Bernardo do Campo.

A área, localizada rua João Augusto de Sousa, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, pertence à construtora construtora MZM. Cerca de 6.500 famílias lideradas pelo líder do MSTS, Guilherme Boulos, ocuparam o terreno em protesto contra as obras superfaturadas do Governo Dilma durante a Copa.

A Prefeitura de São Bernardo do Campo informou que cumpre com suas políticas públicas de habitação e de assistência social, garantindo o pagamento de 1.980 famílias cadastradas que recebem bolsa aluguel. Em nota, a prefeitura diz que não concorda com o "modelo de invasão por moradia" e ressalta que muitas das pessoas no terreno não moram em São Bernardo.

Entre os Sem-teto, há grupos de invasores profissionais formado por pessoas com visível poder aquisitivo. Muitos possuem automóveis cotados acima de R$ 50 mil, aparecem com roupas de grifes e telefones de última geração. Muitos são profissionais que já atuaram no MST acusados de venderem terras cedidas pela União. A venda posterior de imóveis obtidos em programas habitacionais é uma das principais fontes de renda de profissinais que exploram movimentos sociais. Justamente por este motivo, a preferência por ocupações em áreas valorizadas. Ninguém quer terreno na periferia. 
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