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Mau-caratismo de setores da imprensa supera mau-caratismo de certos políticos



Que fique registrado, os meios de comunicação do Brasil flertaram com uma das mais vergonhosas conspirações da história da república neste ano de 2017. Foi o ano que os canalhas mostraram suas caras e revelaram que se importam mais com privilégios e lucros do que com os destinos do país e os interesses do povo.

A ação coordenada e vergonhosa dos meios de comunicação com os criminosos da JBS e o ex-procurador-geral da República foi um gesto imoral, irresponsável e típico de manobras que ocorrem em republiquetas dominadas por máfias.  

Este episódio serviu para comprovar que não há no Brasil um jornalismo isento ou mesmo um jornalismo conservador ou ainda, um jornalismo patriótico, que coloque os interesses do Brasil acima de interesses corporativos e ideológicos. Os canalhas da imprensa não tiveram o menor pudor em retirar suas máscaras para destilar seu ódio diante da frustração de não terem conseguido derrubar um governo. É claro que entre a população, milhões de frustrados com a expulsão do governo mais corrupto da história do país fizeram coro com a imprensa corrupta e inundaram as redes sociais com discursos de ódio contra os êxitos do atual governo.

O aspecto positivo desta história foi que o Governo resistiu, o Brasil sobreviveu à horda de arruaceiros da imprensa, do judiciário e do MPF bolivariano e a testa dos canalhas da imprensa ficou eternamente estigmatizada por terem participado de um complô antipatriótico e vil. Neste aspecto, os jornalistas de aluguel a serviço da esquerda são mais dignos que os bandidos disfarçados a serviço da globo e de especuladores do mercado financeiro.

Em sua coluna desta quarta-feira (18) para a Folha, Helio Schwartsman destaca : "Num país mais 'normal', o presidente que se vê envolvido num escândalo como o que enredou Michel Temer renuncia, seja ele culpado ou inocente". O mesmo Schwartsman sugere em sua coluna da Folha que o ex-presidente Lula deveria fazer um "mea culpa" público, admitindo, no mínimo, que se meteu em relacionamentos inadequados com empresários".

Os meios de comunicação que tratam o ex-presidente Lula como candidato à Presidência, apesar de seus 457 eventos criminosos de lavagem de dinheiro registrados nas 6 ações penais em que figura como réu, são os mesmos meios que tentam imputar ao presidente Michel Temer a condição de chefe da organização criminosa que comandou o país ao longo da última década e meia.

Não é difícil deduzir o que quer esta gente. Ressentidos com o fim dos privilégios, das verbas bilionárias e do lucro fácil com a inflação e juros altos, todos odeiam Temer e querem Lula ou outro corrupto qualquer no comando do país. O povo, coitado, incapaz de formar sua opinião própria, cai feito patinho nas notas maliciosas das hienas da imprensa. Cada povo tem os jornalistas que merece.


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