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Lula roubou o Brasil desde seu primeiro dia de governo, em 2003. Pedro Corrêa confirma trajetória criminosa do petista



O ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP/PE) confirmou em depoimento à Polícia Federal que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve por trás do maior assalto aos cofres públicos da história do país.

O esquema criminoso instalado por Lula e o PT no governo logo no primeiro mandato do petista  tinha como base o sistema de "arrecadação de propinas no âmbito do Mensalão’ que culminaria no esquema do petrolão. Corrêa admite que, junto com Lula, participou da indicação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Segundo o ex-parlamentar, Lula ‘tinha a convicção e certeza de que os partidos iriam usar essas pessoas [indicados a cargos em estatais] iriam arrecadar junto aos empresários recursos para fazer campanha política’.

Corrêa afirmou que ‘Lula tinha pleno conhecimento de que o mensalão não era caixa dois de eleição, mas sim um esquema de arrecadação de propina para manutenção dos partidos na base aliada. Ele ainda afirmou que Lula ‘tinha convicção de que a propina arrecadada junto aos órgãos governamentais era para que os políticos mantivessem as suas bases eleitorais mantidas com as propinas e continuassem a integrar a base aliada do governo, votando as matérias de interesse do executivo no Congresso Nacional, para evitar o que ocorreu com Fernando Collor’.

Corrêa confirma que se reunia com Lula e a cúpula do PT no 3º andar do Palácio do Planalto para tratar de esquemas criminosos. "Em uma das reuniões no gabinete e na presença do presidente Lula, estavam presentes eu, o ex-deputado e líder do PP Pedro Henry,o ex-deputado e tesoureiro do PP José Janene, o ministro das Relações Institucionais Aldo Rebello, o ministro da Casa Civil José Dirceu e o então presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra. Rogério Manso respondia a José Eduardo Dutra, inclusive arrecadava propina a este, motivo pelo qual a demora da nomeação pode ser justificada. Nesta reunião, o principal diálogo que se deu entre o Presidente Lula e o então presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra foi relacionado a demora na nomeação de Paulo Roberto Costa. Lula questionou a demora para a nomeação de Paulo Roberto Costa por José Eduardo Dutra, o qual disse que essa cabia ao Conselho de Administração da Pedrobrás. Na ocasião, Lula disse a Dutra para mandar um recado aos conselheiros que se Paulo Roberto Costa não estivesse nomeado em uma semana, ele iria demitir e trocar os conselheiros da Petrobrás”, relatou.

Pedro Corrêa completa dizendo que ‘pouco tempo depois da reunião, foi nomeado Paulo Roberto Costa diretor da Diretoria de Abastecimento e o PP abandonou a obstrução da pauta do Congresso’.

Segundo o Ministério Público Federal, o Brasil perdeu com esquemas de corrupção cerca de R$ 200 bilhões por ano ao longo dos treze anos de governos do PT.
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