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Lula revisitou lugares na caravana, olhou nos olhos dos mesmos miseráveis e fez as mesmas promessas de 20 anos atrás



Um homem forte se aproxima de dois amigos que conversavam na mesa de um bar para pedir dinheiro. Constrangidos, um amigo olha para o outro numa espécie de impasse mexicano sobre quem sacaria primeiro o dinheiro da carteira. Diante da falta de atitude de um, o outro sugere:

- Dá uma moral pro cara ai. Lembrei que estou apenas com cartão de crédito aqui na carteira.

Sem pestanejar e ignorando o pedinte, o rapaz afirma que não vai dar dinheiro.

- Como assim? Você não ouviu o cara falando que está precisando?

- Sim, ouvi. Também percebi que ele não está embriagado, não tem problemas físicos, fala, ouve e enxerga bem. Não há nada que o impeça de ir lavar um carro, limpar um quintal ou arranjar qualquer bico para conseguir dinheiro.

Ao ouvir a franqueza do rapaz, o pedinte desiste de esperar e vai embora.

Revoltado, o amigo se queixa da frieza do companheiro:

- Você deveria ter mais compaixão com as pessoas. Logo em seguida, muda de assunto e os dois continuam bebendo suas cervejas. Não se sabe que o homem que pedia dinheiro foi pedir em outro local ou se ele se sentiu humilhado e foi procurar um serviço para ganhar seu sustento com dignidade. Ás vezes, a falta de compaixão faz com que as pessoas aprendam a enxergar suas realidades, a encarar seus desafios e a procurar superar elas mesmas suas dificuldades.

A compaixão é nada mais nada menos do que a capacidade de um indivíduo perceber o sofrimento dos outros. É um "sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la; participação espiritual na infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o sofredor". Manifestar compaixão não significa ajudar, se colocar no logar das pessoas ou fazer algo efetivo para mudar suas realidades. Ter compaixão e apresentar sugestões ou minimizar temporariamente as dificuldades que as pessoas enfrentam não resolve nada.

Mas as pessoas adoram a compaixão. Tanto os oportunistas que querem posar de bonzinhos quanto os acomodados que se contentam com qualquer migalha, desde que não precisem se esforçar para obter pequenas vantagens.

O segredo da esquerda consiste exatamente nisso. Usar a falsa compaixão para seduzir e explorar exércitos de desesperançados, de acomodados e de pessoas em situações genuinamente precárias.

O ex-presidente Lula é o mestre nesta arte. Durante sua caravana pelo Nordeste e mais recentemente por Minas Gerais, Lula revisitou lugares que percorreu há mais de vinte anos e se deparou a mesma miséria e desolação de regiões que em nada evoluíram na última década, apesar de suas promessas.

Lula se deparou com o mesmo olhar de esperança de pobres miseráveis que não viram suas vidas melhorar em nada, mas o petista afirma que eles estão vivos e comendo graças ao PT misericordioso.

Especialista na arte de enganar, de mentir e ludibriar, Lula voltou a fazer as mesmas promessas de sempre, demonstrou compaixão com os pobres miseráveis que mandou reunir para produzir belas imagens dele no meio do povo. Entra as preferidas, aquelas em que pessoas selecionadas pelo fotógrafo Ricardo Stuckert colocam as mãos na cabeça de Lula. As fotos são publicadas nas redes sociais e compartilhadas pela rede de militantes virtuais remunerados que ajudam a propagar a mentira que Lula e o PT sempre representaram. Ninguém se dá conta que Lula continua usando as pessoas humildes como zumbis decorativos.

Após quase uma década e meia de PT no poder, as regiões visitadas por Lula em Minas Gerais ainda tem 30 municípios em situação de extrema pobreza. O municípios localizados nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e na região Norte enfrentam os mesmos problemas de 30 anos atrás. Não se trata meramente da ausência de recursos monetários, mas de problemas na área de saúde, educação, saneamento, habitação, entre outros, que escancaram as disparidades regionais ainda não superadas. 95% da população destas regiões ainda encontra-se em situação de vulnerabilidade econômica e social. Em sua caravana, Lula se reuniu com velhos companheiros e lideranças políticas. Todos ricos e prósperos que continuam vivendo da exploração da pobreza em suas regiões. .

Dados divulgados esta semana pela Fundação Getúlio Vargas confirmam que o Lula e Dilma foram os responsáveis pela maior recessão da história do país e provocaram uma queda no PIB de 8,6% em 11 trimestres, entre 2014 e 2016. Deixaram 14 milhões de empregados, mas garantiram a ascensão de empresários corruptos que se tornaram bilionários como Eike Batista, Marcelo Odebrecht e Joesley Batista.
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