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Lula é o pré-candidato que usa laranjas para acobertar seus crimes. Costamarques cai em investigação da Receita



O ex-presidente Lula continua mentindo sobre a história mal contada sobre sua segunda cobertura do Edifício Hill House, em São Bernardo do Campo (SP). Apesar do empresário Marcelo Odebrecht ter confirmado que o imóvel foi adquirido para o ex-presidente em nome de um laranja, o petista insiste em negar os fatos. O ex-ministro Antonio Palocci também já confirmou que o apartamento de número 121 foi mesmo uma forma de repasse de propinas ao petista.

Esta semana, uma equipe de investigação da Receita Federal na Operação Lava Jato identificou que o suposto "laranja" de Lula na compra do apartamento 121, do Edifício Hill House, em São Bernardo do Campo (SP), Glaucos da Costamarques, tem movimentação patrimonial e financeira suspeita, o que indica claramente que suas contas eram utilizadas para lavagem de dinheiro.

"Há razoável suspeita de que em alguns anos (especialmente 2010, 2011 e 2013), além da possibilidade de sonegação de receita, as contas bancárias de Glaucos da Costamarques podem ter sido utilizadas apenas como interposição para passagem de expressivos valores de terceiros", informa a Receita.

Primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula que tinha livre acesso ao Planalto em seus governos e foi preso pela Lava Jato em 2015, Glaucos é réu em processo em que o petista é acusado de receber um prédio para ser sede do Instituto Lula e o apartamento 121, no Hill House, vizinho ao 122 em que Lula mora desde a década de 1990.

Glaucos da Costamarques é acusado pela Lava Jato de ser "laranja" de Lula nas duas operações, que envolveram R$ 12,4 milhões em propinas da Odebrecht. Por isso, recebeu R$ 172 mil de pagamento como "comissão" por figurar como suposto dono dos negócios - ambos feitos em 2010 e conduzidos pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do ex-presidente.

"Há incompatibilidade entre recursos e origens declaradas e movimentações bancárias a crédito nas contas do investigado Glaucos da Costamarques, em vários anos calendários, alguns mais expressivos", informa a Informação de Pesquisa e Investigação 20160052, das equipe da Receita em Curitiba.

A Receita suspeita que cerca de R$ 758 mil passaram apenas pelas contas do "laranja", nunca tendo pertencido a ele, em típica operação de lavagem de dinheiro.

Segundo a Receita, em 2010 além dos R$ 800 mil pagos pela DAG, o "laranja" recebeu empréstimo de R$ 1,66 milhão de dois filhos. Há outros empréstimos também do primo e amigo de Lula, Bumlai, como em 2012, no valor de R$ 450 mil.

O documento é de 30 de setembro de 2017 e integra a acusação do Ministério Público Federal contra Lula, o compadre e o "laranja", que deve ser julgada ainda esse ano pelo juiz federal Sérgio Moro.

No caso do apartamento, Glaucos da Costamarques é o comprador dos direitos do imóvel, em 2010, por R$ 504 mil. Ele afirma que alugou o bem para a família Lula, em contrato feito por Teixeira em nome de Dona Marisa Letícia (que morreu em fevereiro).

Em declaração feita durante apuração da Receita, Glaucos da Costamarques explica que comprou o apartamento 121 do Hill House e fez negócios do prédio para o Instituto Lula por indicação de Roberto Teixeira.

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