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JUSTA CAUSA - Cultura do ódio contra o patrão disseminada pela esquerda estimula furtos de funcionários em empresas



Os que mais se dizem ferozes, são na verdade os mais covardes. Este pensamento se adéqua com perfeição ao escopo da atuação da esquerda em praticamente todo o mundo. Em nenhum aspecto, os discursos da esquerda contemplam o mérito do esforço individual. A força da esquerda depende da coletividade dos mais fracos em detrimento dos mais capazes, de modo geral.

A covardia da esquerda consiste justamente em explorar o sentimento de compaixão, um canto da sereia infalível para os ouvidos de acomodados, de outros covardes ou daqueles que já se deram por vencidos na vida.

Obviamente, nem todos nasceram aptos a vencerem seus próprios desafios. Entretanto, não parece justo que aqueles que se congregam entre outros fracassados se unam para combater justamente aqueles que conseguiram por esforço próprio conquistar aquilo que os fracos almejam.

A pregação do ódio ao patrão está na raiz do desejo da esquerda de construir um Estado totalitário. Somente na cabeça dessa gente é possível construir um mundo com empregados sem patrões, onde a mãe pátria cuidaria de todos 'de forma igualitária', sem concorrência, sem competitividade, sem mérito.

É justamente graças ao esforço de pessoas empreendedoras que o Estado existe como tal, há mais de cinco mil anos. A esquerda usa exemplos de empresários corruptos, aos quais costuma se aliar, para generalizar a visão de que o patrão é o câncer da sociedade. Ocorre que a sonegação é algo completamente inviável para 99,9% das empresas em atividade. Exatamente. Não há como uma empresa criada com o objetivo de prosperar recorrer a crimes fiscais como modelo de negócios. Para se ter um controle administrativo livre de falhas, é necessário adotar sistemas livres de fraudes, com controle rígido sobre entrada e saída. Como praticamente toda a cadeia de distribuidores atua m conformidade com sistemas rígidos de controle, esta cultura acaba prevalecendo entre as demais empresas.

Mas os ativistas de esquerda se recusam a enxergar a realidade dos fatos. Falou que é patrão, é porco sonegador, é elite, é explorador do trabalhador. Estes sentimentos servem para justificar atitudes criminosas de trabalhadores nas empresas, como danos provocados em equipamentos de forma premeditada, desperdício deliberado de matéria prima e até mesmo pequenos furtos. O sujeito não se dá conta de que quando estava literalmente na merda, sofrendo preconceito em casa dos pais ou da esposa, faltava baixar as calças para conseguir um emprego que lhe garantisse o resgate da dignidade.

O próprio Estado não faz jus ao esforço do empreendedor, que dedica anos de esforços e economias para realizar o sonho de abrir uma empresa. Muitos oportunistas infectados pela cultura da esquerda também não estão nem aí para o que está em jogo. Querem apenas o abrigo de um emprego e de uma carteira assinada, sobretudo quando está acabando o seguro desemprego. Muitos não tem qualquer plano de contribuir para o crescimento da empresa.

Se o empresário vai à falência, como é o caso de mais de 80% das empresas no primeiro ano de atividades, ele é chamado de burro e ninguém se importa com os anos de esforços e economias que vão para o ralo. Nos casos em que o empreendedor acerta e prospera, é visto como um explorador, sonegador e bandido. Quando compra um caro novo então...

A esquerda não faz qualquer esforço para destacar o papel que cada um tem na sociedade. Há mérito tanto por parte do empreendedor quanto do trabalhador que se propõe a contribuir com seus esforços em troca de remuneração. Enquanto muitos focam apenas em qualificação para alcançar posições melhores dentro de uma empresa, pessoas sem qualquer formação são capazes de obter promoções, benefícios e outras garantias apenas por sua dedicação. Há casos de funcionários sem qualquer qualificação formal que se tornam imprescindíveis para uma empresa justamente por sua dedicação e capacidade de vencer desafios e propor soluções. Ainda mais no caso do Brasil, onde mais de 90% das empresas são familiares, enquanto a média global é de 75%. Em muitas empresas de engenharia, o mestre de obras costuma receber salários mais altos que os próprios engenheiros. Em muitas empresas, cargos sensíveis como compradores e responsáveis por contenção de perdas são preenchidos por funcionários de confiança sem qualquer formação. Neste aspecto, a dedicação e honestidade do funcionário são mais importantes que qualquer diploma.

No Brasil, as perdas das empresas com roubos e furtos causadas por agentes internos e externos é superior a 1,5% do faturamento. Isso sem contar os danos em equipamentos, desperdício de matéria prima e negligências de funcionários com seus deveres.

Dependendo do setor, estas perdas podem alcançar percentuais inimagináveis. Segundo avaliação de perdas no varejo brasileiro, realizada pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o Provar, a Canal Varejo e a Nielsen, o índice de perdas de  Supermercadistas podem chegar em muitos casos a 20% do faturamento obtido. Entre os itens mais furtados, destacam-se os chicletes (30%), preservativos, loções bronzeadoras e protetores em geral (15%), maquiagem e colas (11%) e uísque e sabonetes líquidos (10%).

Ai, quando a empresa fecha e demite centenas de funcionários, a esquerda coloca culpa na crise, na alta carga tributária, na ganância dos patrões, etc. Os funcionários ladrões são colocados na condição de vítimas e se sentem bastante confortáveis toda essa 'compaixão' da esquerda, que por sua vez também rouba o país.

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