\imprensa Viva
.

Jornalistas ensaiam choro em frente ao espelho. Após derrota da flechada de Janot, o que vão dizer das medidas do governo?



Desde o dia 17 de maio, o esforço da imprensa em fazer brasileiro de trouxa até que tem surtido seus resultados. Mancomunados com o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot e os açougueiros criminosos da JBS, os jornalistas de aluguel a serviço dos especuladores do mercado financeiro têm sido bastante eficientes em distorcer fatos, minimizar conquistas da sociedade a atribuir praticamente todas as medidas do governo a inciativas para conter votos favoráveis as denúncias bananeiras de Janot, que anda sumido em com medo de seu futuro.

Nestes últimos meses, segundo a imprensa, praticamente tudo que o governo fez foi no sentido de agradar parlamentares para derrubar denúncias do ex-PGR. Temer apertou a mão de um parlamentar? Foi para conseguir votos. Temer acordou e tomou café da manhã? Foi para comprar votos. A impressão que se tem é que o presidente passaria os últimos seis meses à beira da piscina do Palácio do Planalto ou jogando dominó com Marcela Temer, caso não existissem denúncias.

O que a imprensa vai dizer após a quarta-feria, quando o governo derrubar a segunda denúncia? Vão ficar falando sobre as emendas parlamentares atendidas de deputados do PSOL, do PT e do PCdoB? Vão continuar mentindo que Temer está pagando os votos que comprou com o dinheiro do contribuinte, mesmo sabendo que as emendas parlamentares precisam ser aprovadas de qualquer maneira e que o dinheiro é destinado a obras e projetos que beneficiam a população? A recomendação ao leitor é que sempre que ver um jornalista se referindo a emendas parlamentares como um crime imperdoável contra os cofres públicos, procure pesquisar para que elas servem, além é claro de um instrumento político do executivo. Em todo caso, segue abaixo uma explicação básica:

"Todos os anos, no final de agosto, o Poder Executivo define o orçamento para o exercício do ano seguinte, especificando quanto dinheiro deve ser destinado para cada tipo de gasto. Chama-se Lei Orçamentária Anual, que deve ser aprovada pelos parlamentares daquela instância de poder.

Quando fala-se de orçamento previsto pelo Poder Executivo, isso quer dizer que o processo é semelhante na Presidência da República, nos governos estaduais e nas prefeituras municipais, e estes orçamentos são aprovados pelos poderes legislativos correspondentes para cada um deles (Congresso Federal, Congressos Estaduais e Câmaras de Vereadores).

Depois que estes orçamentos são definidos é o momento de realizar as emendas parlamentares, que representam a ocasião na qual os representantes do Poder Legislativo tentam “reservar” uma parcela daquele orçamento para a sua área de atuação.

Por exemplo: um deputado federal eleito em Minas Gerais, com a maioria dos eleitores na zona metropolitana de Belo Horizonte, pode tentar reservar uma cota do total do orçamento disponível para a construção de postos de saúde para a sua zona eleitoral. É, ao mesmo tempo, parte das melhorias feitas pelos parlamentares e uma espécie de favorecimento da zona que elegeu cada parlamentar".

Cerca de 30% das emendas parlamentares aprovadas pelo governo Temer nos últimos seis meses foram destinadas a atender demandas de deputados da oposição. Isto mesmo. O governo atendeu emendas de parlamentares que votaram contra o governo na exara proporção dos que votaram a favor da derrubada das flechadas criminosas de Janot. Isto significa que o fato do governo ter aprovado emendas de 70% de deputados que votam com o governo é proporcional aos 30% dos que votam contra o governo.

Por outro lado, seria até positivo que o governo pudesse liberar não 5, 10 ou 12 bilhões de reais em emendas. Para a população, quanto mais dinheiro é liberado para projetos desta natureza, melhor, pois estes investimentos normalmente são destinados a construção ou reformas de escolas, creches, hospitais, pontes e estradas nas regiões onde os parlamentares mantém suas bases políticas. A maior parte das obras que são inauguradas nos municípios são bancadas justamente pelo governo federal, através da aprovação de emendas. São não é possível liberar mais emendas por conta das limitações do próprio orçamento da União, que passou a ter um teto de gasto justamente no governo Temer.

Por outro lado, as emendas parlamentares sempre foram usadas em qualquer lugar do mundo como um instrumento político. Independente de tempos de crise. Apesar destes fatos, nota-se que muitos cretinos da imprensa insistem em manipular os leitores com insinuações maldosas sobre praticamente todos os atos do governo. Temer tentou modernizar a legislação sobre trabalho escravo? Foi para agradar a bancada ruralista e não para acabar com abusos de fiscais do trabalho e adequar as regras à nova legislação trabalhista que entra em vigor em setembro. Mas como a turma dos direitos humanos, mais atrapalha o Brasil do que ajuda, é controlada pela esquerda, por artistas, ativistas e jornalistas de esquerda, o barulho em torno do tema foi enorme e obrigou o governo a recuar, assim como o escândalo que fizeram com o fim do Ministério da Cultura ou no corte das verbas generosas da Lei Rouanet.

A situação voltou ao que era antes. Se um trabalhador entra em acordo com o patrão para trabalhar mais horas em troca de três ou quatro folgas remuneradas, qualquer fiscal do trabalho pode continuar multando a empresa, mesmo que o funcionário confirme que foi uma escolha pessoal. 90% doas multas aplicadas por fiscais nestes casos são derrubadas na Justiça em ações movidas pelos patrões em conjunto com os próprios empregados.

Os nomes de empresas socialmente responsáveis vão parar em listas de exploradores do trabalho escravo, enquanto os verdadeiros exploradores dos trabalhadores usam laranjas e empresas de fachadas para ocultar seus crimes. ninguém na imprensa mencionou que o governo pretendia criar a primeira delegacia especializada em combater o trabalho escravo. Ninguém falou que o trabalho escravo ainda existe no Brasil graças a atuação de fiscais corruptos, como os que atuam em São Paulo junto às máfias que exploram o trabalho de bolivianos para grifes famosas. Ninguém falou que o governo pretende tirar esta atribuição dos fiscais corruptos e entregar a fiscalização à Polícia Federal.

O alvo preferido dos fiscais do trabalho são as empresas responsáveis por obras em locais de difícil acesso e precisam construir alojamentos para os funcionários. Basta que o fiscal identifique que não há transporte disponível para levar todos os funcionários de volta para suas casas para que se configure uma situação de trabalho análogo à escravidão. Mesmo cintes de que estes trabalhadores passam a a semana no alojamento e voltam para suas casas nos fins de semana. As empreiteiras e mineradoras são os melhores alvos. Não é por acaso que Minas Gerais figura em primeiro lugar na lista de estados com maior incidência de empresas multadas. Das 131 empresas autuadas em todo o território nacional, 42 têm negócios em Minas. Enquanto isso, em São Paulo e no Pará, os fiscais fazem vistas grossas para as máfias que exploram trabalhadores em confecções e em fazendas.

O número de casos pode se multiplicar ainda mais após a entrada em vigor da nova legislação trabalhista, onde patrões e empregados poderão celebrar contratos entre si em comum acordo. O trabalhador poderá negociar um volume maior de horas trabalhadas diariamente, observando o limite de 44 horas semanais, de acordo com sua conveniência.

É fato que a legislação precisa se adaptar às novas mudanças. Após a polêmica, o governo se comprometeu a promover alterações na portaria que redefine o trabalho escravo e sua forma de autuação, de modo a aproximá-la do disposto no Código Penal brasileiro. O artigo 149 do Código é vago e pode ser usado de acordo com a conveniência dos fiscais. Segundo o CP, o trabalho escravo é considerado como ato de reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto.

Estas condições se enquadram em praticamente qualquer canteiro de obras em lugares remotos onde existam trabalhadores hospedados em alojamentos durante a semana. O número de empresas que se recusam a tocar projetos nestas condições é enorme justamente pelo receio sobre a interpretação das  normas impostas pelos fiscais. A falta de clareza na legislação eleva custos e inibes projetos relevantes na área de infraestrutura e agrícola do país. Empregados e patrões se queixam com razão. O presidente Michel Temer já anunciou que vai acolher sugestões feitas pela procuradora-geral Raquel Dodge, de modo a precisar o conceito de trabalho escravo com absoluta concordância com o que prescreve o Código Penal.

São temas espinhosos, mas que pela primeira vez na história do país são encarados com responsabilidade pelo governo, assim como ocorreu com a própria reforma trabalhista, a limitação do teto dos gastos públicos, a reforma do ensino médio e outros desafios que o governo ainda têm pela frente, como a reforma previdenciária, que pretende acabar com a elite de aposentados do país, que recebem pensões de mais de R$ 30 mil. Pelo projeto do governo, ninguém poderá receber acima do teto de cerca de R$ 5 mil.

Temer está mexendo em vespeiros controlados por gente muito poderosa, como fez no caso da extinção do imposto sindical obrigatório e do corte de repasses de dinheiro do BNDES para grupos econômicos gigantes, meios de comunicação e bancos acostumados com a farra com o dinheiro do contribuinte. A fatia de recursos que era destinada a apenas 16 empresas brasileiras foi revertida para cerca de 25 mil pequenas e médias empresas. Temer feriu de morte ainda a elite de rentistas e especuladores que sequer pisam no Brasil, e viviam do lucro fácil com a inflação e os juros altos.

De quebra, Temer ainda livrou o Brasil de Dilma e da curiola de Lula no poder, quebrou as pernas do PT, do MST, UNE, CUT, banindo estes bandos de comunistas da administração pública. São justamente estes chorões os únicos que pagaram mico indo para as ruas exigir a saída do presidente. O povo trabalhador mesmo, aquele que tem responsabilidades e contas a pagar, preferiu ficar em casa ou aproveitando suas economias com a queda na inflação para trocar seus eletrodomésticos, pagar suas contas atrasadas ou passear com a família nos shoppings.

Como se não bastasse enfrentar desafios históricos na administração pública, e vencer a maioria deles, Temer ainda teve que enfrentar a mais vergonhosa conspiração da história da República, patrocinada pela Globo e seus satélites, os açougueiros criminosos da JBS e o blindador-geral do PT, Rodrigo Janot. Mesmo com o ingresso em peso da esquerda, dos artistas órfãos da Lei Rouanet e dos blogs controlados por especuladores do mercado financeiro nesta empreitada para derrubá-lo, Temer desafiou e venceu a todos. Nesta quarta-feria, o presidente sepulta a última jogada desta trama, quebrando a flecha de Janot na votação da Câmara. Os jornalistas já estão ensaiando a cara de choro no espelho do banheiro e se preparam para anunciar mais uma derrota da Globo, de Janot, do PT e de todos aqueles que torceram contra o Brasil e retardaram a retomada da economia em pelos menos seis meses.

Apesar dessa gente, como diz o jornalista Guilherme Fiuza, Temer conseguiu administrar bem seus desafios e preservou o país do caos pretendido pelos arruaceiros da imprensa, as macacas amestradas dos especuladores do mercado financeiro e os terroristas da esquerda bolivariana. Embora ninguém tenha ainda conseguido comprovar nenhum crime concreto de Michel Temer, a maioria dos brasileiros reconhece, ainda que a contra gosto, que ele conseguiu um feito extraordinário tirando o Brasil da pior recessão de sua história em pouco mais de um ano.

É pena que a maioria dos brasileiros tenham se permitido influenciar justamente por aqueles que torcem contra o país. É pena também que, na mesma proporção que os jornalistas tenham coragem de mentir, boa parte dos brasileiros não tenham a coragem de defender os méritos atual governo, que é meramente transitório, e está cumprindo muito bem o seu papel de conduzir o país até as eleições de 2018. A julgar pelos candidatos à Presidência, só nos resta rezar para que ninguém tenha saudade de Temer.

Enquanto isso, aqueles que participaram da mais vergonhosa conspiração da história da República podem chorar à vontade. A partir de quinta feria, o mi mi mi e o choro são livres. Até 1º de janeiro de 2019. Vai ser um ano longo para essa gente. 
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget