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João Doria virou cavalo paraguaio antes da largada. Preferência despenca e rejeição aumenta na mesma proporção



O prefeito de São Paulo João Doria começa perder o fôlego para a corrida ao Palácio do Planalto bem antes da largada. Ao que tudo indica, o tucano se 'aqueceu' demais na pré-campanha à Presidência, promovendo-se nas redes sociais como mais um anti-Lula. Até que houve entusiasmo por parte do eleitorado, cansado das velhas caras da política. Mas Doria parece ter exagerado no apego aos holofotes ao expor excessivamente sua imagem.

Pesa ainda contra o tucano a sensação de que tentou puxar o tapete de seu padrinho político, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que também se posiciona como alternativa do partido para 2018.  Alckmin não assim tão diferente de Doria. Em 2006, o tucano também puxou o tapete do Serra e saiu candidato a presidente.

Em pesquisa do Datafolha desta semana, a população da cidade de São Paulo parece ter perdido o encanto pelo tucano. Apenas 18% dos ouvidos votariam com certeza no tucano para a Presidência, enquanto 26% o fariam para o governo estadual. A maioria não votaria nele de jeito nenhum para o Planalto (55%), e 24% talvez o apoiassem, diz a matéria da Folha deste domingo.  77% dos entrevistados se disseram contra as viagens feitas pelo tucano nos últimos meses. O sentimento entra a população é que Doria tem se dedicado demais à pré-campanha e deixado a administração municipal em segundo plano.

Doria comentou a pesquisa: “É importante respeitar pesquisa, eu respeito pesquisa. Estamos com nove meses de gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, sem recursos. Temos R$ 7,5 bilhões de deficit no orçamento da prefeitura. Que foi herança do PT, que nos deixou esse rombo”, disse Doria

Com informações da Folha
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