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Hoje, temos um país sério, depois de doze anos de uma palhaçada total, diz presidente da Fiat sobre o Brasil



Para alcançar a liderança de negócios exigem que o governo avance com a reforma do mercado de trabalho. "Precisamos de leis trabalhistas que nos tornem competitivos no mundo", afirmou ontem o presidente da Fiat, Cristiano Rattazzi.

A opinião do presidente da subsidiária da Fiat na Argentina foi compartilhada pelo presidente do Mercado Livre, Marcos Galperín. Os dois CEOs sonham com  a transformação dos regulamentos trabalhistas, semelhante à flexibilização implementada no Brasil pelo governo de Michel Temer.

"Hoje, temos um país sério, depois de doze anos, onde foi uma palhaçada total", disse Rattazzi ao considerar que "melhor impossível". Apesar das tensões enfrentadas pela indústria automotiva diante da abertura comercial que facilita a entrada de veículos do Brasil e, em menor medida, carros de luxo importados, o presidente da Fiat local afirma que "todos os setores estão perdidos, exceto alguns poucos que são começando a subir ". Em Córdoba, o presidente da Fiat afirmou que a reforma trabalhista deve ser abrangente para que o país seja "competitivo com o mundo e não só com o seu parceiro no Brasil". Rattazzi também disse que as mudanças devem ser acompanhadas por uma reforma tributária que inclua a eliminação do imposto de renda bruto e do imposto de cheque.


"A indústria automotiva está reativando muito bem, porque o Brasil está reativando e é o país onde 70% da nossa produção vai. 15 por cento vão para o mercado local e os outros 15 por cento para outros países onde devemos aumentar a exportação ", disse o empresário.
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