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Fracassa ato monstro convocado pelo PT em frente ao STF. Apenas 50 manifestantes no lugar dos 100 mil anunciados



Pelo menos 50 militantes atenderam ao apelo do PT nesta quarta-feira (11) em Brasília para a realização do 2º Ato Nacional pela Anulação do Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A organização da manifestação previa um ato monstro, no qual milhares de manifestantes fariam uma marcha até o Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de pressionar a Corte para que julgue ação movida pela defesa da petista, que pede a anulação da votação, no Congresso Nacional, que determinou o seu afastamento.

Havia a expectativa da chegada de caravanas de todo o Brasil, prometidas pelos comitês do PT para forçar anulação do impeachment. Mas na medida em que as horas foram se passando, nada de caravanas chegando à capital federal ao longo da manhã. A orientação era para que todos os ônibus se concentrassem no Espaço do Servidor, que fica nos arredores da Esplanada dos Ministérios, que permaneceu completamente vazio durante todo o dia. O primeiro ato nacional do grupo também ocorreu em junho, em Brasília.

A senadora paranaense Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, publicou um vídeo convocando a militância para o ato monstro. " Nós avisávamos: tirar a Dilma é tirar do povo os seus direitos. É o que está acontecendo. Só teremos eleições livre, em 2018, se tivermos um governo compromissado com a democracia.”

Os organizadores haviam preparado atividades culturais para receber os manifestantes, quando seria realizado um debate com os deputados federais Érika Kokay (PT-DF), Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP) e Margarida Salomão (PT-MG), o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, a enfermeira aposentada Edva Aguilar, militante pela anulação do impeachment, e sindicalistas.


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