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Ficou claro que com Aécio na Presidência, Joesley Batista continuaria assaltando o Brasil



A gravação que revelou a cumplicidade entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o criminoso Joesley Batista pode até ser contestada na Justiça pelo Tucano, mas ela traz elementos inequívocos que permitem uma série de conclusões.

A primeira delas é que, caso tivesse vencido as eleições em 2014, Aécio daria continuidade aos esquemas de corrupção dos açougueiros da JBS no BNDES, na Caixa e onde mais fosse possível roubar o povo para beneficiar criminosos.

A segundo conclusão é baseada no raciocínio contido na primeira. Armadilha ou não, na gravações, Aécio pede R$ 2 milhões à Joesley Batista, com quem parece ter uma intimidade fora do normal. O tucano chega a mencionar, mesmo que por brincadeira, eliminar o portador do dinheiro que seria entregue de bom grado pelo açougueiro criminoso. A vítima da suposta 'queima de arquivo' seria ninguém menos que o próprio primo de Aécio, Frederico Medeiros, que foi pelo menos duas vezes à sede da JBS, em São Paulo, para buscar parte da propina acertada entre o tucano e o açougueiro.

Aécio alega que não havia nada de irregular na operação, mas em nenhum momento da gravação se comprometeu a pagar Joesley pelo 'empréstimo'. Não houve qualquer menção de contrapartida, é claro. Mas também não houve qualquer manifestação de ambas as partes sobre como os R$ 2 milhões seriam ressarcidos. Para quem entende, um pingo é letra. Caso tivesse vencido a eleição de 2018, o Brasil sairia das mãos de uma bandida para cair nas mãos de outro bandido, amigo dos mesmos bandidos dos bandidos.

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