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Executivo da Odebrecht desmente Janot e diz que conta que consta da denúncia contra Temer estava encerrada



O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve enfrentar uma séria de questionamentos das autoridades brasileiras, logo que retornar de sua viagem à Europa, programada para durar quatro meses. Além dos açougueiros da JBS, advogados da empresa e procuradores da República, surgem outros relatos que desmentem praticamente todo o teor da primeira e da segunda denúncia de Janot contra Temer.

O advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a Odebrecht até 2016, pretende apresentar em sua defesa na Lava Jato o registro de uma troca de e-mails indicando que uma conta bancária sua no exterior que teria sido usada pela empreiteira para pagar propina ao presidente Michel Temer estava fechada no ano da transação mencionada pela Procuradoria-Geral da República. Janot afirma que Temer teria recebido, por meio de Eduardo Cunha e do ex-ministro Henrique Eduardo Alves, parte do dinheiro supostamente depositado em uma conta no exterior em 2012.

Duran afirma que tem como provar que a conta foi encerrada em 2010. Os documentos declarados por Duran reforçam a tese de que Janot e outros procuradores da República forjaram os recibos para tentar incriminar o presidente Michel Temer. Outros aspectos dos recibos anexados a denúncia de Janot já haviam chamado a atenção, como irregularidades nas datas e expressões em português em um extrato de banco estrangeiro.
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