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Curador da mostra da pedofilia no Santander entra com ação no STF consegue direito de ficar calado na CPI do Senado



O  curador da mostra Queermuseu exibida no Santander Cultural, Gaudêncio Cardoso Fidélis, conseguiu o direito de ficar calado durante seu depoimento previsto na CPI do Senado que investiga supostas irregularidades e crimes relacionados a maus tratos em crianças e adolescentes.

A defesa do curador da mostra entrou com a ação no Supremo Tribunal Federal alegando que a convocação do rapaz para a CPI no Senado ‘sugere claramente’ que Gaudêncio ‘será ouvido na condição de investigado sobre fatos relacionados à teratológica suposta incitação à pedofilia em face de uma exposição artística’. A defesa do curador pretendia que a convocação fosse suspensa, mas o O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu liminar em habeas corpus (HC 148615) apenas para garantir a Gaudêncio o direito de ser assistido por advogado e de se manter em silêncio durante depoimento.

A polêmica exposição foi cancelada pelo próprio Santander após boicote de frequentadores, que identificaram na exposição apologia a pedofilia, abuso sexual de crianças e adolescentes e zoofilia.
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