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Cármen Lúcia apela para vitimismo, ignora princípio do mérito e acusa sociedade brasileira de ser machista



A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, criticou a sociedade brasileira, a quem acusou de "patrimonialista, machista e muito preconceituosa com a mulher". A fala ocorreu durante um seminário sobre as mulheres na Justiça, realizado na Embaixada da França, em Brasília, nesta quinta-feira, 26.

Para contradizer as declarações da presidente do STF, estavam presentes a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça. Mas segundo Cármen Lúcia, o fato de ocupar a chefia de um dos poderes da República não passa de um dado "circunstancial". Curiosamente, a Suprema Corte Americana ou outros tribunais superiores na maior parte do mundo nunca foram comandados por mulheres. Ponto para o Brasil.

Cármen Lúcia não se conformou com a saudação do do embaixador da França, Michel Miraillet, que destacou que o Brasil é um dos poucos países com mulheres ocupando quatro cargos de cúpula no Judiciário. Além das três que compunham a mesa, ele contou ainda a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz.

A ministra tentou argumentar, alegando que a presença de mulheres na cúpula do Judiciário brasileiro não se reflete nos números do Judiciário, que tem muito menos juízas e procuradoras mulheres do que homens. Tampouco, disse, se reflete na representação política, ressaltando a baixa presença feminina no Congresso.

A presidente do STF repete o discurso cansativo do vitimismo e finge ignorar a questão do mérito, do esforço individual, independente da sexo. Mesmo diante do fato de que as mulheres no Brasil têm mais oportunidades de qualificação que os homens. Muitas famílias priorizam a educação da filha moça, enquanto o homem é lançado ao mercado de trabalho mais cedo. Há também muitos casos em que maridos trabalham para custear os estudos da esposa em faculdades particulares, para que o casal consiga aumentar seus rendimentos.

Entre as mulheres ocupadas com 16 anos ou mais de idade, 18,8% possuem Ensino Superior completo, enquanto para homens, na mesma categoria, esse percentual é de 11%, apontam dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), realizada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa indica ainda que as mulheres são maioria para Ensino Médio completo ou Superior incompleto: 39,1% das mulheres se enquadram nessa categoria, contra 33,5% dos homens.

Cármen Lúcia também finge ignorar que o sonho de boa parte das mulheres em qualquer sociedade, não apenas a brasileira, é o de constituir uma família e dedicar suas vidas à educação dos filhos, num dos esforços mais nobres em qualquer sociedade. Este desejo é comum inclusive entre mulheres filhas de empreendedoras, executivas e mulheres que dedicaram suas vidas ao trabalho árduo. Diante do exemplo da mãe, muitas preferem seguir o caminho oposto e preferem se dedicar integralmente à família. A mulher tem todo o direito de escolher o que fazer com sua vida, mas as feministas parecem não concordar com isso.

Cármen Lúcia finge ignorar que o feminismo causou problemas sérios em muitos países da Europa e e em cidades dos Estados Unidos. A queda no número de casamentos provocou a redução das taxas de natalidade. Resultado: necessidade de mão de obra de imigrantes e uma população velha e cara para o sistema previdenciário.


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