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Caetano Veloso, Paula Lavigne e Guilherme Boulos tentam fazer show em ocupação ilegal sem pedir licença e se dão mal



O cantor Caetano Veloso anunciou há uma semana que faria um show na ocupação Povo Sem Medo, do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) na cidade de São Bernardo do Campo, mas pelo visto, se esqueceu de combinar com as autoridades.

A apresentação estava marcada para as 19h desta segunda-feira, 17, foi vetada por determinação da juíza Ida Inês Del Cid, que atendeu a  um pedido do Ministério Público. Segundo a Justiça, a ocupação é ilegal e o local não oferece condições mínimas de segurança para um evento desta natureza.

Mais cedo, a mulher de Caetano Veloso, Paula Lavigne, esteve na prefeitura de São Bernardo em companhia de Letícia Sabatella, Alinne Moraes, Sônia Braga e Marina Person. Na ocasião, a empresária afirmou que foi ao local para tentar negociar uma solução, mas informou que o show aconteceria de qualquer jeito.

A liminar assinada pela juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Bernardo do Campo, foi motivada por uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público estadual pedindo a interdição do show sob pena de multa de R$ 500 mil. Após esta notícia, Paula Lavigne desistiu da ideia de realizar o evento na marra.

É esquerda sempre tentando fazer o Brasil de casa de Mãe Joana. Se acontecesse alguma tragédia no local, culpariam as autoridades e fariam um escarcéu. Como não pediram autorização para o evento junto aos órgãos competentes, como Polícia Militar, Defesa Civil e Prefeitura, o show foi vetado. Agora, farão um escarcéu do mesmo jeito.

O pedido de veto para o evento partiu da promotora Regina Célia Damasceno, que atua nas áreas de meio-ambiente, habitação, urbanismo e família, alega que o local reúne idosos e crianças, tem alta concentração de materiais inflamáveis, como madeiras e lonas e possui entrada e saída única, além de apontar para a necessidade de haver serviços de emergência, como ambulâncias.

"Ninguém é contra a luta por moradia. Pelo contrário, ela é urgente, mas tem de ser feita sem colocar em risco pessoas que já se encontram em situação de vulnerabilidade", disse a promotora sobre o caso.
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