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Brasileiro ainda se permite influenciar por imprensa desonesta como a Folha e Globo, diz especialista



Um estudo feito com base em mais de cem matérias divulgadas pela imprensa brasileira nos últimos três meses revelou um dado preocupante. Os maiores meios de comunicação do país se tornaram os maiores propagadores da onda mundial de "Fake News", notícias falsas e manipuladas, de acordo com a orientação política e ideológica predominante nos meios de comunicação.

Neste cenário, a Folha de São Paulo e a Rede Globo tem tido papel de destaque. Os dois grupos de comunicação, controlados por empresários saudosos do dinheiro fácil da era petista, adotaram a pauta da esquerda e passaram a dar destaque a matérias tendenciosas e até mesmo mentirosas.

Desde a malfadada conspiração engendrada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os açougueiros criminosos da JBS, Globo e Folha embarcaram de vez em uma das mais vergonhosas aventuras midiáticas de toda a história do país. Aliados de Janot e Joesley Batista, os grupos de comunicação davam como certa a queda de Temer e colocaram toda sua máquina à disposição dos criminosos e de suas versões fabricadas. Após o fracasso da conspiração, os grupos de comunicação e jornalistas alugados por especuladores financeiros não recuaram, como era de se esperar. Desde maio, atuam num ritmo frenético de produção de notícias tendenciosas que nada têm a ver com a realidade do país e que em nada ajudam na recuperação da economia e na geração de empregos.

Fosse apenas manipulação de leitores desavisados, nada surpreendente. O problema é que certos grupos de comunicação adotaram a mentira como forma de desestabilizar permanentemente o governo e criar caos no mercado financeiro. Há poucos dias, a Globo noticiou uma investigação da Operação Lava Jato envolvendo vários nomes ligados ao PT. Na matéria, não havia absolutamente nenhuma menção ao nome de MIchel Temer ou ao seu governo. Este fato não impediu que o jornalista Willian Bonner terminasse a matéria com a seguinte observação: "O presidente Michel Temer não quis comentar a reportagem".

Mas o mau-caratismo de setores da imprensa vai além e avança na direção da figura do juiz federal Sérgio Moro. Além de negligenciar os feitos do magistrado, como se ele não existisse no país, a Globo e a Folha têm dado cada vez mais destaque à declarações da defesa do ex-presidente Lula, sob o pretexto claro de desqualificar o trabalho da personalidade mais admirada pelos brasileiros.

Esta semana, a Folha e Globo extrapolaram os limites da honestidade ao afirmarem categoricamente que o ex-deputado Eduardo Cunha "repassava percentual a Temer". A acusação é atribuída ao doleiro Lúcio Funaro, que declarou em sua delação:  "Tenho certeza que parte do dinheiro que era repassado, que o Eduardo Cunha capitaneava em todos os esquemas que ele tinha, dava um percentual também para o Michel Temer. Eu nunca cheguei a entregar, mas o Altair [Altair Alves Pinto, emissário de Cunha] deve ter entregado, assim, algumas vezes", diz Funaro no depoimento.

Segundo o próprio Funaro, Cunha repassava dinheiro para a bancada do PMDB e de outros partidos para ampliar sua influência sobre os parlamentares, tendo em vista a aprovação de projetos e sua própria eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados. O problema é que Temer não fazia parte de nenhuma bancada e não era parlamentar na época dos relatos.

Esta semana, a Globo acusou Temer de negociar uma blindagem para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), como se o presidente fosse capaz de mudar o voto de um senador. Aécio, disse Temer, é problema do senado. Em outros aspectos, Temer reconhece que a situação do tucano é delicada e complexa até mesmo para seus colegas de partido. O presidente pode sim, lamentar que o parlamentar tenha caído numa esparrela como foi o caso de Aécio. Faz parte da política. Daí a dizer que Temer teria poder de salvar ou condenar qualquer parlamentar em apuros é uma grande mentira e prova de má fé.

A imprensa também adotou o jornalismo Mãe Diná, com relação a Temer e vive atribuindo decisões futuras ao presidente que nunca se concretizam. Disseram que Temer vetaria o fim do imposto sindical, mesmo tendo sido ele um dos principais articuladores deste ponto da reforma trabalhista. Agora dizem que Temer vai dar bilhões aos sindicatos como forma de compensação por sua maldade com os pelegos. Há poucos dias, dizia-se que Temer não revogaria o decreto do ex-presidente Lula que concedeu asilo político ao terrorista Cesare Batistti, mesmo sabendo que Temer já está com a caneta na mão esperando o aval do STF para despachar o terrorista para a Itália.

Trata-se de um jornalismo covarde que de maneira nada nobre conseguiu ampliar a rejeição contra o presidente que mais fez pelo país nas últimas décadas e contra quem até o momento nada se conseguiu provar. Ao contrário de Lula, que tem cerca de 465 eventos que o relacionam diretamente a crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em seis ações penais, contra Temer não há absolutamente nada de concreto, exceto o fato dele ter que lidar com políticos corruptos remanescentes dos governos de Lula e Dilma. Acusam Temer de lidar com as forças políticas existentes, como se ele tivesse outra alternativa para compor a base de apoio ao seu governo.  Dão a entender que Temer deveria chamar Gleisi Hoffmann, Humberto Costa, Lindbergh Farias e outros corruptos do PT.

Ao assumir o governo, Temer teve que lançar mão das ferramentas que dispunha naquele momento e não tinha muitas opções para montar sue governo e aglutinar apoio político para aprovar projetos importantes para o país. Não tinha como montar um governo de notáveis anônimos e ficar refém de um Congresso corrupto. Não havia como compor um governo sem as forças que ajudaram a escorraçar o governo mais corrupto da história do país e livrar a não da maldição do PT. Ou era isso ou isso. Temer não tinha como esperar a nova legislatura para escolher aliados limpinhos, enquanto o Brasil afundava na mais grave, profunda e duradoura recessão de sua história. Coisas precisavam ser feitas com urgência, como foi o caso. Temer não podia ficar a mercê de opiniões da imprensa, da oposição, dos artistas de esquerda, sindicatos e movimentos sociais. Se ele tivesse que consultar a Globo e a Folha sobre suas decisões, certamente lhe diriam para devolver o poder ao PT.

Está claro que Temer feriu de morte estes grupos que agora tentam desestabilizar seu governo a qualquer custo. Não há dificuldade alguma em identificar os cretinos da imprensa que atuma de forma covarde para conseguir de volta as regalias perdidas com o governo Temer. Os rentistas, os grupos de comunicação, sindicalistas, movimentos sociais, a elite do funcionalismo público, os artistas mamadores da Lei Rouanet, os bancos e os especuladores do mercado financeiro estão todos revoltados com Temer. Esta semana, agências de classificação de risco revelaram um dado inédito na história do país. Pela primeira vez, as perspectivas para a economia do Brasil são positivas, enquanto para os bancos, são negativas. Os bancos que batiam recordes de faturamento em relação ao ano anterior logo no primeiro trimestre do ano seguinte, enfrentam pela primeira vez em sua história os reveses ocasionados pela combinação letal de inflação e juros baixos proporcionada pelo governo Temer. Na outra ponta, o povo consegue comprar mais carne, mais alimentos e até mais veículos do que nos últimos três anos.

Toda a imprensa brasileira está cansada de saber que o dinheiro encontrado no apartamento de Geddel Vieira Lima era proveniente de seus esquemas de corrupção com os açougueiros da JBS nos tempos do governo Dilma, de quem foi ministro. Todos sabem que Joesley Batista se reunia com ele em um apartamento mantido pelo empresário em Salvador e que Lúcio Funaro era o operador de Joesley nos esquemas criminosos abençoados por Dilma na Caixa. No entanto, a imprensa tenta de todas as formas associar Temer ao dinheiro da era PT. Se o presidente tivesse mesmo algum envolvimento no esquema criminoso, jamais deixaria Geddel sem foro privilegiado, vulnerável como ficou, após o incidente no Ministério da Cultura.

O mesmo se diz sobre o ex-suplente de deputado, Rodrigo Rocha Loures, pedrinha de Marina Silva, Roberto Requião, Lula e Dilma. Toda a imprensa sabe que Joesley Batista prometeu R$ 500 mil ao então assessor de Temer para que este conseguissem agendar um encontro com o presidente. Até as calçadas de Brasília sabem que o dinheiro da mala era de Rocha Loures, segundo seu próprio advogado de defesa. Apesar de Temer ter removido o mandato de Rocha Loures devolvendo o ex-ministro Osmar Serraglio para o mandato de deputado, apesar de Temer ter despido Rocha Loures do foro privilegiado e jogado o ex-suplente de deputado no colo do ministro do STF, Edson Fachin, a imprensa insiste em dizer que o dinheiro da mala era de Temer.

O que mais surpreende é todo o ódio da imprensa contra um presidente meramente transitório que está apenas tapando um buraco até as eleições de 2018, que estão logo ali. A hipocrisia é tanta, que todos falam em derrubar Temer, mas ninguém tem coragem de revelar seus objetivos reais e dizer quem seria colocado em seu lugar. O povo, manipulado, entra na onda da Globo, da Veja, da Folha e de outros oportunistas de plantão, sem sequer saber qual o propósito dessa gente com toda esta  pressa em derrubar o presidente e desestabilizar o país. O problema é que estes setores da imprensa buscam influenciar o cidadão não apenas sobre suas preferências políticas que privilegiam corruptos generosos para com eles, mas também sobre os aspectos morais sagrados em qualquer sociedade.

A nota triste destes tempos não é ver tantas reputações de jornalistas sendo jogadas no lixo, pois tendo em vista suas posturas, conclui-se que nunca tiveram caráter. O que mais prejudica o país é justamente o fato do povo ter sido influenciado por estes criminosos intelectuais, bandidos a serviço do mercado financeiro, da esquerda corrupta e de patrões gananciosos que nunca de fato se importaram com o Brasil e seu povo.




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