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Após fracassar com trabalhadores, Lula tenta criar nova narrativa para ganhar votos de mulheres



Após enganar milhões de trabalhadores para chegar ao poder, o ex-presidente Lula parece ter encontrado uma solução alternativa para garantir uma sobrevida ao partido. O petista está de olho no eleitorado feminino e alegou que agora será necessário construir um novo discurso para atrair as mulheres, além de setores econômicos e movimentos sociais, para a vida pública. "Estamos precisando construir uma narrativa que convença a mulher que ela está a mais preparada, que ela tem mais possibilidade, mais jeito de cuidar de uma cidade, de um estado ou de um país do que um homem", disse Lula na Abertura do Encontro Nacional de Mulheres do PT, neste sábado.

O petista, que tentou culpar a mulher morta por todos os seus crimes, só não falou em mudar o nome do partido para Partido das Mulheres. Mas o desespero de Lula para criar uma nova narrativa é claro.

O petista pede urgência na criação de um novo discurso para atrair não apenas as mulheres, mas também outros setores da sociedade, já que ficou complicado falar em nome dos trabalhadores após seu partido deixar o governo com 14 milhões de desempregados. O petista tenta agora focar em outros segmentos da sociedade: "Assim vale para todos setores da sociedade. Os pequenos agricultores possuem 3 ou 4 deputados e respondem por 70% dos alimentos do país. Já os grandes agricultores possuem 200 deputados", exemplificou.

Para Lula, "as pessoas habituadas a morarem na Casa Grande não aceitam que as pessoas que nasceram na Senzala consigam subir um degrau para chegar à Casa Grande. É contra isso que temos que lutar todo santo dia, todo santo mês e todo santo ano".

"Acho que o papel da luta das mulheres não é mais apenas o papel de lutar atrás de uma reivindicação, até porque reivindicação por reivindicação a gente pode atender e outros podem atender, médico especial, a lei Maria da Penha foi aprovada no Congresso por gente de direita também. Tudo isso a gente consegue. "Estamos precisando construir uma narrativa que convença a mulher que ela está a mais preparada, que ela tem mais possibilidade, mais jeito de cuidar de uma cidade, de um estado ou de um país do que um homem", afirmou.

"Mas não adianta falar que a mulher vai participar da política se o estado não oferece creche para ela deixar as crianças. Quem vai ficar com as crianças se o marido sai pra trabalhar e ela sai pra trabalhar? Quem vai acompanhar a mulher na escola? É verdade que as mulheres ocuparam muito espaço no mundo do trabalho, mas é verdade que ainda falta muito para os homens ocuparem espaço dentro da cozinha", disse.

Incapaz de renovar seu discurso, o petista admite que o partido precisa de uma nova narrativa, já que tudo que defenderam ao longo dos últimos 37 anos foi por água abaixo com o depoimento do ex-ministro Antonio Palocci. "O que temos que discutir e tentar encontrar uma solução não é apenas criticar e apresentar uma pauta de reivindicações, mas como encontrar uma solução para tornar uma necessidade real, vital, ser concretizada , para que a mulher possa ter efetivamente condições de participar da política", completou em seguida.

O petista evitou mencionar a ex-presidente Dilma, que afirmou há poucos dias na Europa que Lula não é uma pessoa, é uma ideia. Pelo visto, a entidade está sem muitas ideias na cabeça.
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