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Agência de classificação de risco rebaixa os ratings da JBS e da JBS USA. Risco de calote



A vida dos irmãos Batista não está nada fácil. Desde que resolveram participar da empreitada com ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot e a Rede Globo para derrubar o presidente Michel Temer, os açougueiros que se tornaram bilionários durante os governos do PT estão comendo o pão que o diabo amassou.

Presos e longe de suas fortunas, irmãos Joesley e Wesley Batista perderam tudo que ganharam com o caos no mercado financeiro provocado pelo vazamento de uma transcrição falsa feito pelo jornalista Lauro Jardim, do GLOBO, no dia 17 de maio. Esta semana, a Justiça Federal determina bloqueio de R$ 238 milhões que os espertalhões lucraram com a venda e compra de ações da própria JBS e dólares no mercado.

O juiz João Batista Gonçalves, titular da 6ª Vara Criminal da Justiça Federal São Paulo, autorizou o bloqueio dos lucros dos açougueiros ao acolher um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que denunciou Joesley e Wesley pelos crimes de uso indevido de informações privilegiadas e manipulação do mercado financeiro, investigados pela Operação Tendão de Aquiles. O próprio presidente Michel Temer denunciou o crime em pronunciamento na TV. Na oportunidade, Temer também desmascarou a trama de Janot e apontou a participação do braço direito do ex-procurador-geral, Marcelo Miller, nas negociações do acordo de delação premiadíssima a serviço do JBS.

Mas como não há nada nesta vida de ruim que não possa piorar um pouquinho, a situação do grupo conhecido entre os brasileiros como Friboi se complicou no Brasil e nos Estados Unidos. Segundo o GLOBO, "A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou os ratings da JBS e da JBS USA por risco de refinanciamento da dívida de curto prazo. O rating foi rebaixado de 'B+' para 'B' na escala global, com perspectiva negativa. Segundo a S&P, a prisão do CEO da JBS, Wesley Batista, e os riscos contínuos de notícias negativas, poderão fazer com que a empresa tenha maiores dificuldades para refinanciar seus vencimentos de curto prazo até meados de 2018.

"A perspectiva negativa reflete nossa visão de continuidade nos riscos reputacionais, o que poderá colocar obstáculos ao refinanciamento das dívidas da empresa nos próximos meses e poderá enfraquecer sua flexibilidade financeira", diz a agência em comunicado".
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