\imprensa Viva
.

Vai dar merda. Em pânico, Globo, Joesley e Janot partem para tudo ou nada às vésperas da posse de Raquel Dodge na PGR



O Brasil pode estar prestes a testemunhar o desfecho de um dos maiores escândalos da história da República. A trama que está ainda está em curso no país envolve uma série de grupos suspeitos que prosperaram ou acenderam de forma absurda durante os governos do PT dos ex-presidentes Lula e Dilma. Interesses poderoso foram duramente afetados após a queda do governo mais corrupto da história do país e parte de seus beneficiários deram início à uma campanha sórdida em busca de revanche contra o atual governo.

No centro desta trama está Joesley Batista, um empresário que construiu um império bilionário graças a esquemas criminoso mantidos durante os governos do PT. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, desempenha um duplo papel envolvendo as atividades criminosas do empresário. Ambos prosperaram sob a égide de Lula e Dilma. Se por um lado, Janot não arrancou absolutamente nada de Joesley que possa incriminar os dois ex-presidentes petistas, por mais absurdo que possa parecer, por outro lado, Janot e Joesley são apontados como parceiros em uma trama para atingir o atual presidente Michel Temer.

O problema é que enquanto as evidências do envolvimento criminoso de Joesley com Lula e Dilma gritam escandalosamente e qualquer brasileiro tem plena consciência desta realidade, tanto o empresário quanto o procurador não conseguiram apresentar nenhuma prova contundente contra aquele que se tornou alvo de seus ataques. Janot concedeu um habeas corpus eterno a Joesley, blindou Lula e Dilma, enquanto tentou de todas as formas atingir o presidente Michel Temer.

Tudo isso com aval da Rede Globo, de seus satélites e de setores da esquerda, todos órfãos dos esquemas de corrupção que imperavam durantes as administrações petistas. Estes grupos apostam desesperadamente na possibilidade de que toda esta sujeira permaneça indefinidamente sem esclarecimentos. Se por um lado, isto pode servir para que continuem movendo uma campanha obscura, repleta de ilações, de ironias maliciosas, por outro lado permite que o envolvimento de cada um permaneça em segredo. E o Brasil não quer isso. O jogo sórdido que está sendo jogado só prejudica o país e protege criminosos que se beneficiaram durante anos do dinheiro do contribuinte, num duradouro esquema de corrupção genocida que levou milhões de brasileiros à morte, à falência e ao desemprego.

A possibilidade de uma reviravolta nesta situação insólita está tirando o sono de muita gente. O mandato de Rodrigo Janot termina no dia 17 de setembro. Seu posto será ocupado por uma opositora declarada de seus métodos e caberá à ela, Raquel Dodge, analisar todo o acordo de delação premiadíssima com que Janot brindou o criminoso Joesleu Batista. A suspeita de que Janto tenha atuado para, ao mesmo tempo, blindar os criminosos do PT e fustigar o presidente Michel Temer pode ser definitivamente esclarecida pela nova PGR.

É é justamente neste ponto que as coisas começam a se redesenhar e tirar o sono dos principais envolvidos na trama mais vergonhosa da história da República, onde um meio de comunicação usou uma concessão pública para atentar frontalmente contra a democracia, aliado a um procurador da República que usou o cargo e se aliou a um criminoso para fazer uso político partidário do cargo.

A explicação para o desespero dessa gente é bem simples, considerando que ao assumir o comando da PGR, Raquel Dodge terá apenas duas duas alternativas a seguir: a primeira seria a manutenção do atual estado de coisas, como as dúvidas que pairam sobre o acordo e o teor das acusações usadas por Janot, Joesley e Globo para desestabilizar o governo Temer. Neste cenário, a credibilidade do governo seria duramente afetada.

A segunda alternativa de Raquel Dodge seria investigar a fundo todo este imbróglio e definir claramente se houve atividade suspeita de seu antecessor no acordo de delação com o empresário Joesley Batista.

Ao que tudo indica, a nova PGR deve optar por esclarecer definitivamente os fatos. Neste fim de semana, foram dados os primeiros sinais de que haverá sangue nesta arena. Os meios de comunicação envolvidos na trama sórdida começaram a abrir espaço para que Joesley Batista se defenda e se promova perante a opinião pública. Janot se afobou em celebrar um acordo com um trombadinha sem nenhuma credibilidade junto aos membros do Ministério Público Federal e enviou a proposta de acordo de Lúcio Funaro repleta de erros para o STF. Os vacilos foram tão flagrantes que nem mesmo o parceiro de Janot, o ministro Edson Fachin, teve como homologar a documentação produzida de forma tão açodada.

A guerra de nervos teve outros episódios mais tensos ainda. O Palácio do Planalto divulgou uma dura nota com críticas ao acordo de Janot com o doleiro Lúcio Funaro. O Planalto ressaltou a longa trajetória de crimes praticados por Lúcio Funaro e os irmãos Joesley e Wesley Batista, e questionou se mais um criminoso contumaz receberá os mesmos benefícios como o “perdão total” concedido aos açougueiros criminosos da JBS. (leia aqui a íntegra da nota do Planalto)

Joesley Batista sentiu o baque e diante da possibilidade de ver todo o esquema desmoronar com a chegada da nova PGR, partiu para o ataque contra Temer: "Atacar seus delatores mostra no mínimo a incapacidade do senhor Michel Temer de oferecer defesa dos crimes que comete. Michel, que se tornou ladrão geral da República, envergonha todos nós, brasileiros.", afirmou Joesley em nota, como se fossa lá um sujeito digno de ser chamado de "brasileiro".

Como já é possível perceber, o caldo engrossou de vez. A Globo, que não possui nenhuma alegação concreta contra o presidente, apela cada vez mais para insinuações maldosas e abre seu espaço para Janot e Joesley. O procurador em fim de mandato, por sua vez, tenta a última cartada desesperada, abraçando-se perigosamente a um dos maiores trombadinhas presos na Lava Jato, o doleiro Lúcio Funaro. Joesley, que também não apresentou absolutamente nada capaz de incriminar o presidente Michel Temer perdeu completamente o juízo, chamando-o de  ladrão geral da República.

Quem ainda acredita que vai tudo ficar por isso mesmo, pode ir colocando as barbas de molho. Em poucos dias, a coisa deve atingir o ventilador e vai voar para todos os lados. Normalmente os mais nervosos são sempre os mais encrencados,
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget