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Temer é celebrado no exterior como o homem que tirou o Brasil da crise



"Somente um líder com muita força política seria capaz de vencer desafios tão profundos quanto os que foram subjugados pelo chefe do executivo brasileiro, o presidente Michel Temer, em tão pouco tempo".  Esta foi a conclusão de um representante da Reuters durante a palestra de Temer a investidores e empresários em Nova York, nesta quarta-feira (20). Segundo o editor do jornal que cobriu o evento, os feitos de Temer pela economia do país são ainda mais extraordinários se for levado em conta o fato de ter ainda que prevalecer sobre o mau humor de setores da oposição e de grupos de comunicação, descontentes com os cortes profundos na liberação de recursos dos cofres públicos.

Para um dos editores de política do The Washington Post "Temer desafiou interesses poderosos e está pagando um alto custo por ter enfrentado os velhos barões do Brasil, diz um analista de mercado. Entre a popularidade e a responsabilidade, Temer preferiu colocar o país nos trilhos para os próximos governantes a afagar grupos econômicos poderosos em troca de apoio da mídia. Foi uma escolha difícil e ele acabou saindo ferido nesta guerra insólita. Entretanto, o país saiu ganhando. É pena que o brasileiro médio só vai alcançar a dimensão de seus feitos daqui alguns anos, completa.

Dinheiro é coisa muito séria e as pessoas que lidam com montanhas dele precisam agir de forma bastante criteriosa. Neste aspecto, os investidores são mais objetivos que os políticos e costumam prestar mais atenção em uma biografia do que nos rumores. Neste quesito, a biografia do presidente Temer é impecável. São mais de 40 anos de vida pública, um histórico acadêmico invejável na área do direito constitucional e uma liderança irretocável nos anos que comandou o parlamento brasileiro. Temer esteve por trás da aprovação dos projetos mais importantes para o país ao longo dos últimos 20 anos e garantiu suporte à governabilidade de nada menos que três presidentes da República. Parece estranho que sofra acusações tão improváveis justamente no momento que assume o comando do país e promove reformas negligenciadas por todos seus antecessores, como a aprovação da modernização das Leis trabalhistas, a criação do teto dos gastos públicos, a reforma do ensino médio e agora, os ajustes essenciais na Previdência.

São feitos dignos de um verdadeiro líder de parlamento e não surpreende que, neste aspecto, Temer seja capaz de matar qualquer um (de seus antecessores) de inveja. Ele está tentando fazer o que qualquer outro presidente negligenciou nos últimos 30 anos e está tirando dos lábios de políticos históricos as alegações que praticamente todos gostariam de poder fazer. Só restou aos outros o discurso vergonhoso de que seus feitos são impopulares. E é claro que ele não se importa de ser impopular. Michel Temer é a encarnação da esperança sobre a experiência. Sob o ponto de vista histórico, o espetáculo vivo e risível de seus detratores não será capaz de se sobrepor aos seus feitos. Todas estas personalidades coloridas e irrelevantes da mídia ficarão estigmatizadas por terem desfilado tanta má fé durante este trecho da história recente de seu país. Em seu discurso na ONU, por sinal muito elogiado nos bastidores, Michel Temer, disse que a entidade representou "esperança e perspectivas para um mundo mais justo" nos últimos 70 anos e agora,  mais do que nunca. O mesmo se aplica ao Brasil. O país precisa de um presidente capaz agora, mais do que nunca.

Os números da economia brasileira também refletem esta capacidade do presidente de remar contra a corrente fortíssima que tenta empurrar o Brasil para o passado. Diante da situação que assumiu o comando do país, seus feitos até o momento surpreendem até mesmo os mais renomados economistas aqui nos Estados Unidos. Temer não equilibrou uma situação virtualmente degenerada. Na verdade, o que ele fez foi reverter o cenário de caos de uma recessão profunda em um horizonte de expectativas bastante otimistas.

Não fosse o esforço dos meios de comunicação e da oposição em sabotar seu governo, o Brasil poderia estar bem melhor agora. A imagem do presidente Temer em seu país também, não fosse o empenho da mídia em oferecer uma perspectiva tão distorcida de seu presidente, de sua história e de sua capacidade técnica. Mas parece que é justamente este reconhecimento por parte da população que estes setores tentam impedir a todo custo. Fenômeno parecido ocorreu qui nos Estados Unidos com relação a Donald Trump. Boa parte da mídia aqui é de esquerda, globalista e eles estão fazendo de tudo, inclusive a imprensa do Brasil, para destruir a imagem de Trump.

Ao inserir Temer na agenda de chefes de Estado mundiais, Trump deu um empurrão gigantesco nos negócios do Brasil com o mundo. O presidente americano sabe sinalizar suas preferências, como fez com Temer durante o jantar no hotel Four Seasons. A sinalização deste gesto de confiança não foi por acaso. Trump acompanha os números da economia brasileira bem de perto.  Assim como Temer, ele têm conseguido ótimos resultados para a economia, mas parece que estes grupos de comunicação não se importam com isso, com mais oportunidades para o cidadão. Temer tem sido alvo de ataques abomináveis como acusações sem provas, ilações e uma campanha maciça de meios de comunicação comprometidos com o globalismo, Eles querem o controle do Estado de volta e não se importam com as consequências para o país e para o povo. Investidores aqui nos Estados Unidos e no Brasil perderam bilhões com a crise provocada pelos progressistas que a mídia tanto idolatra. Eles fingem ignorar que as transformações sociais dependem mais das transformações políticas do que de um Estado potencialmente falido, como foi o legado das esquerdas brasileiras.

Não há como promover as mudanças socioeconômicas, necessárias ao desenvolvimento da sociedade como um todo, na base do grito. O equilíbrio das contas públicas, o controle dos gastos, a redução da inflação, dos juros e do endividamento do Estado são inciativas que alcançam e beneficiam todo o espectro da sociedade. É justamente por estes avanços que a população se nega a ir para as ruas pedir a saída de Temer. Sobretudo os mais pobres. Por mais que ignoram os fundamentos básicos da economia, eles sabem distinguir um país em convulsão de um país com a economia estável, com perspectivas alvissareiras. Neste momento, a maior ameaça à economia do Brasil pode ser representada justamente pelo próximo presidente eleito em 2019. A esperança é que até lá, Temer seja capaz de prover o país de uma economia robusta capaz de enfrentar sobressaltos causados pela nova geração de governantes. Mas mesmo neste aspecto, Temer surpreende por saber se antecipar e precaver riscos maiores no futuro. Seu governo aprovou uma emenda constitucional para congelar os gastos federais em termos reais por 20 anos".

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