\imprensa Viva
.

Sindicatos se ajoelham por compensação de perda do imposto sindical e Temer diz não



O presidente Michel Temer deve manter sua determinação de acabar com o financiamento de sindicatos com dinheiro do trabalhados ou do contribuinte. De joelhos, as centrais sindicais ainda tentam negociar com o governo e os parlamentares a inclusão de uma forma de financiamento para os sindicatos na medida provisória que irá alterar pontos da reforma trabalhista, mas o Temer já sinalizou que não pretende incluir essa questão no texto.

procurado pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), Temer não fez nenhuma promessa e recomendou que as centrais se entendam com com os parlamentares, onde também há forte resistência sobre garantir qualquer tipo de benefício para os sindicatos.

"A ideia é não ter mais um motivo de tensão. Nós temos de distensionar a relação e iniciar um diálogo para convencer deputados e senadores sobre a necessidade da contribuição", disse o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah em nome de outras centrais. Ao usar o termo 'distensionar a relação' com o governo, o presidente da UGT foi claro em seu pedido de clemência.

O imposto sindical obrigatório foi suspenso pela reforma trabalhista. Ao mesmo tempo, uma decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu os sindicatos de cobrar a chamada contribuição assistencial --definida nas negociações dos dissídios-- dos trabalhadores não sindicalizados, mesmo que eles sejam beneficiados pela medida.

Os sindicatos propõe a regulamentação da cobrança assistencial, permitindo que o valor seja acertado e votado nas assembleias.

Fontes do governo disseram à Reuters que o governo não tem intenção de incluir nada mais na MP além do que foi acertado com os senadores e que inclui, entre outros pontos, regulamentação do trabalho intermitente e proibição do trabalho de grávidas em locais insalubres. A única alternativa será os sindicalistas conseguirem convencer os parlamentares a aceitar a mudança, o que até agora não aconteceu.

"O presidente nos disse que é preciso tempo para conversar com as lideranças. Não adianta emitir uma MP agora e depois no Congresso ser desfigurada", disse Pattah, que voltou de mãos abandando.

A minuta da medida provisória será enviada aos partidos da base aliada ainda neste mês. A intenção é de que haja um consenso em 30 dias e que seja assinada pelo presidente no início da segunda quinzena de outubro.
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget