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Revelada mais uma ligação perigosa entre Janot e Fachin, a dupla que patrocinou o maior golpe da história da República



O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tentou ludibriar todos os brasileiros ao firmar um indecente acordo de deleção com os açougueiros criminosos da JBS-Friboi para tentar derrubar um presidente da República. Não sabe ainda quanto Janot levou nesta história, mas é fato que seu ex-braço direito da PGR, o ex-procurador Marcelo Miller levou alguns milhões para favorecer os irmãos Batista no acordo de delação premiadíssima.

Janot contou com uma dobradinha infalível com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que homologou sem titubear o acordo tramado entre os criminosos da JBS e da PGR. Fachin prevaricou. Conforme a lei de delação premiada, cabe ao relator do caso no STF verificar a legalidade dos acordos enviados pelo Ministério Público Federal. A lei reza que benefícios são vetados a chefes de organização criminosa, como é o caso flagrante de Joesley Batista, que confessou ter corrompido mais de 1800 políticos e autoridades.

A trama que não para da feder após a prisão dos açougueiros da JBS e o fim do mandato de Janot no comando do órgão. Desde a gravação acidental entre Joesley Batista e Ricardo Saud confirmando toda a conspiração na PGR para derrubar o governo e o encontro de Janot com o advogado de Joesley em um boteco de Brasília, novos fatos vão surgindo e tornando a trama ainda mais vergonhosa.

Na última semana, procurador da República Sidney Pessoa Madruga  foi exonerado após ter sido flagrado fornecendo informações sobre a nova procuradora-geral Raquel Dodge para a advogada Fernanda Tórtima, que trabalhava para os irmãos Batista. Mas a sujeirada não para por ai.

Janot e Fachin tinham um canal de comunicação acima de qualquer suspeita: a jornalista Debora Santos, assessora de imprensa do ministro do STF é nada menos que a esposa do ex-chefe de gabinete de Janot, Eduardo Pelella, citado nas gravações de Joesley como um interlocutor entre seus interesses e o próprio Janot.

Um dos alvos das manobras de Janot na PGR para assumir o controle total do acordo de delação da JBS, o procurador Ângelo Goulart Villela,  chegou a ser preso em decorrência das intrigas forjada por Janot e Joesley Batista, da JBS. Foi o próprio Janot que determinou a prisão de Villela, que agora está disposto a abrir a "caixa preta das delações" na gestão de Janot.

O procurador desafeto de Janot  já confirmou que vai prestar uma série de esclarecimentos durante a CPI da JBS, que deve convocar outros envolvidos em práticas criminosas na PGR, incluindo o próprio Janot, Marcelo Miller e outros personagens bastante suspeitos. Nem bem começou a funcionar, e a CPI já começa a emanar o cheiro da carne podre da Friboi. Será aconselhável tapar o nariz para acompanhar tanta sujeira.
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