\imprensa Viva
.

Quando Temer chamou Janot de bêbado, sabia o que estava falando.



Em seu pronunciamento do dia 27 de junho sobre a denúncia feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente Michel Temer demonstrou claramente que sabia que estava lidando com um bando de cachaceiros inescrupulosos. Numa referência à queda de Janot pela manguaça, Temer foi sutil, porém implacável ao usar termos como a "embriaguez da denúncia" disse que Janot realizou um "trabalho trôpego". Coisa de bandido bêbado mesmo.

Temer tinha razão. Como se não bastasse a gravação em que Joesley Batista e Ricardo Sau aparecem bêbados e comprometem Janot e seu ex-braço direito Marcelo Miller, o próprio Janot foi flagrado com o advogado de Joesley Batista em um cantinho de uma distribuidora de bebidas em Brasília.

Quando rebateu a denúncia feita por Janot com base na delação dos criminosos da JBS, Temer alertou para a trama repleta de irregularidades que foi empurrada goela abaixo dos brasileiros pela Rede Globo, Janot e Joesley:

"As regras mais básicas da Constituição Federal não podem ser esquecidas e jogadas no lixo, tripudiadas pela "embriaguez" da denúncia, que busca a revanche a destruição e a vingança. E ainda assim fatiam a denúncia para provocar fatos contra o governo, querem parar o país e parar o Congresso Nacional, em uma ato político de denúncias frágeis e precárias" alertou o presidente na época.

 “Abriu-se um precedente perigosíssimo em nosso Direito. Esse tipo de trabalho "trôpego" [da PGR]”.

Na mesma ocasião, Temer denunciou ainda a participação do braço direito de Janot. o ex-procurador da República Marcelo Miller, na formatação da trama com os criminosos da JBS/Friboi:

No discurso, Temer chamou a atenção para a possibilidade de Rodrigo Janot ter se beneficiado com a delação premiada da JBS, lembrando que “um assessor muito próximo” e “homem de estrita confiança” do PGR seria suspeito por ter deixado a procuradoria para trabalhar “em uma empresa que faz delação premiada”.

As atitudes de Janot, disse o presidente, “abrem precedente perigosíssimo em nosso direito porque permite as mais variadas conclusões sobre pessoas de bem e honestas. Por exemplo, construir a seguinte hipótese sobre um assessor muito próximo ao PGR – e dou seu nome por uma única razão: meu nome foi usado deslavadamente nas denúncias, havendo desejo de ressaltar em letras garrafais menu nome - Marcelo Miller, homem da mais estrita confiança do senhor procurador-geral”.

“O sonho de todo acadêmico em direito era prestar concurso para procurador da República. Pois esse senhor que mencionei deixa o emprego [de procurador] para trabalhar em empresa que faz delação premiada. Esse cidadão saiu e já foi trabalhar para esta empresa e ganhou milhões em poucos meses. Garantiu a seu novo patrão, na empresa, acordo benevolente, e delação que tira seu patrão das garras da Justiça e gera impunidade nunca antes vista”, acrescentou. Na delação premiada firmada com o MPF, Joesley Batista não será preso e pode morar fora do país".

Apesar do esforço de Temer em tentar esclarecer fatos tão óbvios, a maioria dos brasileiros foi induzida pela Rede Globo, toda a esquerda corrupta e outros veículos da imprensa a acreditar na versão estapafúrdia de Janot e Joesley. Para a humilhação máxima dos protagonistas e patrocinadores da vergonhosa trama, a verdade prevaleceu. Janot desmoralizado em fim de mandato deve receber algumas flechadas daqui para frente. Joesley e Ricardo Saud foram presos e devem mofar na prisão após perderem o certificado de imunidade e impunidade conferido aos açougueiros por Janot e Fachin. Temer continua na Presidência até 2019.

_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget