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Penas para malfeitores do PT vão de 3 a 8 anos de prisão e o dobro da condenação para o chefe da organização criminosa



A Revista ISTOÉ publicou um resumo bastante enxuto sobre a trajetória de crimes perpetrados por um dos mais vorazes bandos de assaltantes que já passaram pelas secas pradarias da região Centro-Oeste do Brasil, num povoado chamado Brasília. É lá que funciona desde início dos anos 60 algumas instalações que acabaram se transformando em prostíbulos, cabarés e casas de tolerância com crimes de toda sorte.

É fato que bandos de pistoleiros esquálidos do comunismo já rondavam aquelas planícies desde antes de sua fundação e que continuaram espreitando uma oportunidade de tomar de assalto os principais prédios erguidos em meio aquele deserto de esperanças.

Mas a matéria da referida publicação precisava ser mais econômica e se concentrou apenas em fatos recentes que descrevem a ascensão e queda da organização criminosa que praticou o maior assalto aos cofres públicos do país.

Mas enganadores hábeis que conseguiram ludibriar milhões de trouxas por muito tempo, acabaram se deparando com um xerife implacável, que dedicou anos de sua vida para compreender as táticas usadas por este bando de malfeitores igualmente vividos na arte de roubar.

Abaixo, apenas um pequeno trecho da matéria que pode ser lida na íntegra clicando AQUI

"Nunca, na história deste País, se roubou tanto como nos governos petistas de Lula e Dilma. De 2003 a 2016, a quadrilha do PT, que teve Lula como “o grande idealizador”, recebeu R$ 1,485 bilhão em propinas. Desse valor, somente o ex-presidente Lula embolsou R$ 230,8 milhões das construtoras OAS e Odebrecht, como contrapartida por ter ajudado os negócios das empreiteiras em obras da Petrobras"

Esse é apenas o resumo da denúncia criminal que enquadrou os dois ex-presidentes nos crimes de organização criminosa, como resultado do inquérito chamado de “quadrilhão do PT”. Foram denunciados também a senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann, o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e mais três ex-ministros: Antônio Palocci, Guido Mantega e Edinho Silva. As penas aos petistas podem ir de três a oito anos de cadeia"
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