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Papel criminoso da PGR no acordo com Joesley e contra o país ficou claro. Janot e Marcelo Miller continuam soltos



O Brasil mais uma vez testemunha um espetáculo de corrupção, cinismo e impunidade neste triste episódio envolvendo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, seu auxiliar direto Marcelo Miller e os açougueiros criminosos da JBS.

Na esteira da cultura de crimes de corrupção que varreram o país durante as administrações petistas de Lula e Dilma, os crimes envolvendo os membros da PGR, os donos da JBS e o próprio Lula ainda permanecem impunes, a exemplo de vários outros.

A sensação vaga de que a Justiça começou a ser feita com a prisão temporária de Joesley Batista e Ricardo Saud é apenas uma ilusão criada por parte dos envolvidos para enganar a população e diminuir o clamor por punições mais severas.

Os rastros dos crimes estão bastante claros e envolvem interesses espúrios nas esferas políticas, econômicas e ideológicas. Joesley Batista e seus executivos prosperaram durante os governos de Lula e Dilma, obtendo acesso a mais de R$ 50 bilhões do dinheiro do contribuinte no BNDES. Usaram parte destes valores para financiar eleições de aliados e até mesmo interferir na escolha de ministros do STF com o intuito de fortalecer cada vez mais e mais a organização criminosa que tornou possível a ascensão da JBS.

Na prática, aqueles que figuram como favorecedores da trama criminosa continuam soltos. O ex-braço direito do procurador-geral Rodrigo Janot que participou da elaboração das manobras para enganar a população e aprovar o acordo de delação da JBS conseguiu se livrar da prisão. Sua impunidade foi garantida pelo providencial entendimento do mesmo sujeito que homologou o vergonhoso acordo de delação, o ministro do STF, Edson Fachin, que não viu necessidade de decretar sua prisão.

Enquanto Fachin se desdobrava para explicar a impunidade de um membro da PGR que conspirou contra os interesses dos brasileiros, um outro membro mais ilustre, o próprio procurador-geral da República se reunia em um boteco sujo de Brasília com o advogado de Joesley Batista, antes que a PF fosse comunicada oficialmente dos pedidos de prisões contra o dono da JBS e seu diretor Ricardo Saud. Este encontro certamente pode ter fornecido aos criminosos tempo hábil para destruir provas, forjar evidências e combinar versões com outros envolvidos no esquema da PGR.

Para evitar novos mandatos de busca e apreensão em suas residências e escritórios, Joesley Batista e Ricardo Saud negociaram se entregar para a Polícia Federal. Os dois contavam com a recomendação do próprio ministro Edson Fachin, para que os dois fossem presos de forma 'discreta', sem algemas e sem alarde.

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