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Os problemas de Janot e Joesley estão apenas começando. Prisão dos açougueiros da JBS não encerra o escândalo



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot é mesmo um dos sujeitos mais estúpidos que já passssaram pelo comando da PGR. Envaidecido pelo sucesso de público da Operação Lava Jato, Janot ganhou notoriedade nacional graças ao trabalho brilhante realizado pelos integrantes da força-tarefa baseada em Curitiba e tentou se aproveitar da onda da credibilidade da investigação para manobrar interesses espúrios na esteira do sucesso da Lava Jato.

Quase que colou. Ao lado de Marcelo Miller, seu ex-braço direito na PGR por três anos, Janot começou a atuar de forma quase despercebida quando usou o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, para desestabilizar o incipiente governo interino do presidente Michel Temer.

O modus operandi era praticamente o mesmo usado um ano mais tarde no acordo com os açougueiros da JBS. Sérgio Machado realizou gravações clandestinas com integrantes e apoiadores do governo Temer para tentar arrancar alguma declaração comprometedora. Janot usou as tais gravações para oderecer denúncias contra a cúpula recém formada do governo Temer.

A cegueira com a credibilidade da Lava Jato era tão grande, que ninguém se deu conta de que milagrosamente Sérgio Machado não tenha comprometido nenhum membro dos governos do PT, apesar de ter ocupado um cargo estratégico em uma das maiores empresas da Petrobras durante todos os dois mandatos de Lula e o primeiro mandato de Dilma.

A partir deste episódio, Janot ganhou mais confiança em sua habilidade de manipular as investigações, firmando acordos de delação com criminosos e concedendo benefícios indecentes, como foi o caso de Sérgio Machado, sem colher qualquer prova, sem que ninguém fosse preso. Tudo em troca de algumas flechas para disparar contra Temer.

O procurador-geral então se arriscou a alçar voos mais ousados com os criminosos profissionais da JBS. Sozinho, sem a participação da Polícia Federal e dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato baseados em Curitiba, Janot se reuniu secretamente com Joesley Batista, Ricardo Saud e outros executivos do Grupo que prosperou durante o reinado de corrupção que vigorou durante os governos de Lula e Dilma. Com a ajuda providencial de seu braço direito na PGR, o então procurador da República Marcelo Miller, Janot firmou um acordo de delação premiadíssima com os açougueiros e lhes garantiu imunidade eterna, novamente em troca de algumas flechas contra o presidente Michel Temer. Deu no que deu. O resto desta história pode ser conhecido em mais de cem matérias publicadas aqui no Imprensa Viva desde o dia 17 de Maio, quando a Rede Globo entrou em cena para derrubar o governo Temer.

Com Joesley Batista e sua gangue na prisão, Janot agora se prepara para receber uma sequência interminável de flechadas, após deixar o cargo no próximo dia 17 de setembro. Sua sucessora, Rauqel Dodge, deve se encarregar de esclarecer tim tim por tim tim todas as lambanças de Janot envolvendo o acordo criminoso com os irmãos Batista. 
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