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ONU deve impor humilhação mundial a Lula ao rejeitar queixa do petista de perseguição política contra Sérgio Moro



O ex-presidente Lula está prestes a sofrer mais um constrangimento internacional. Apesar de ter torrado milhões com advogados renomados no exterior para entrar com uma queixa no Comitê de Direitos Humanos da ONU, alegando que é alvo de perseguição política no Brasil, Lula deve ter seu pedido rejeitado após ter sido condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, e do depoimento de seu ex-fiel escudeiro, o ex-ministro Antonio Palocci.

A esperança do petista em frear o juiz Sérgio Moro agora não tem mais nenhuma chance de prosperar, avaliam especialistas habituados ao trabalho dos peritos independentes encarregados de analisar o pedido de Lula.

De acordo com a assessoria de imprensa da ONU, o caso está ainda sendo examinado e “não há uma previsão” de quando ele entraria na agenda do Comitê. Para 2017, o organismo tem apenas mais um encontro, em outubro. Se não for incluído na agenda dessa sessão, o exame do caso seria adiado para 2018. Mas o depoimento de Palocci no início do mês de setembro modificou bastante a situação de Lula no caso.

Este foi sem dúvida o pior revés para o petista desde que seu caso deu entrada na ONU. Se até então, a entidade sequer havia considerado possibilidade de um tratamento acelerado para o caso de Lula, agora sua situação se tornou ainda mais delicada. Segundo analistas, as chances de Lula conseguir ao menos alguma nota em seu favor já eram mínimas. Sérgio Moro é um juiz respeitado mundialmente, ao passo que Lula já vinha de um histórico de denúncias criminais bastante robustas. O depoimento de um membro da alta cúpula do partido, como foi o caso de Palocci, sepultou definitivamente qualquer chance da ação de Lula prosperar na ONU.

Em julho de 2016, os advogados acusavam o juiz Sérgio Moro na ONU de não estar sendo imparcial no julgamento do ex-presidente e apontam que os direitos de Lula estão sendo ameaçados no Brasil. Em outubro, a ONU passou a examinar o caso.

A entidade já havia demonstrado a dificuldade de êxito do pleito de Lula, deixando claro que não havia ainda avaliado conteúdo da queixa. Apesar da resistência, os advogados de Lula voltaram à ONU para apresentar novos dados e documentos ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, tentando reforçar a tese de que existe um processo que não atende ao estado de direito no Brasil.

O renomado advogado Geoffrey Robertson, chefe da equipe legal de Lula na ação em que o petista alega perseguição política também não recebeu bem o depoimento do ex-ministro Antonio Palocci, 3º na hierarquia do PT e homem de confiança de Lula. "Sem dúvida, foi algo bastante desanimador" comentou um membro do escritório em Londres. Com receio de levar um calote, Geoffrey Robertson esteve no Brasil no mês de agosto para acertar detalhes sobre seus honorários. 
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