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Na ação em que se tornou réu pela 7ª vez, Lula tirou do povo R$ 13,2 bilhões para que o filho levasse R$ 2.5 milhões em propina



Há poucos dias, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, aceitou mais uma denúncia contra o ex-presidente Lula em um processo no qual o petista era acusado de negociar propina em troca de uma medida provisória que prorrogou por cinco anos benefícios tributários destinados a empresas do setor automobilístico.

Lula não se tornou réu pela sétima vez por um crime qualquer. Ao vender a MP 471 em troca de R$ 2.5 milhões em propina para seu filho caçula, Luis Claudio Lula da Silva, Lula fez com que o Brasil deixasse de arrecadar nada menos que R$ 13.2 bilhões. Dinheiro suficiente para construir milhares de postos de saúde, dezenas de hospitais ou universidades.


Relembre o caso:

A investigação Zelotes já revelou que o esquema de vendas de medidas provisórias durante os governos de Lula e Dilma envolveram práticas de tráfico de influência, extorsão e até mesmo corrupção de agentes públicos. Tudo para criar uma legislação feita sob encomenda para beneficiar montadoras.

Segundo a Polícia Federal, "As provas indicam provável ocorrência de tráfico de influência, extorsão e até mesmo corrupção de agentes públicos para que uma legislação benéfica a essas empresas fosse elaborada e posteriormente aprovada", informou o comunicado.

A PF descobriu que a empresa de um antigo amigo do ex-presidente Lula, Mauro Marcondes, atuou no labby da edição das medidas provisórias, e posteriormente repassou dinheiro ao filho caçula do petista, Luis Cláudio Lula da Silva, dono da LFT Marketing Esportivo.

Assim que a MP entrou em vigor, Luis Claudio Lula da Silva abriu a empresa de consultoria. Para a PF, a MP foi “comprada” por meio de lobby e de corrupção para favorecer montadoras de veículos

A empresa do amigo de Lula, a Marcondes e Mautoni, foi a responsável pela distribuição de cerca de R$ 36 milhões em propina para aprovar medidas favoráveis aos seus clientes. Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, os donos da Marcondes & Mautoni, foram presos pela PF no âmbito da Operação Zelotes.

O filho de Lula foi um dos beneficiários e recebeu da Marcondes & Mautoni R$ 2.5 milhão, através de sua empresa de consultoria, LFT Marketing Esportivo, logo após a renovação dos efeitos da medida provisória pelo governo federal. Investigado, Luis Cláudio Lula da Silva apresentou um documento copiado da internet para justificar o recebimento dos valores.

Enquanto o filho de Lula recebeu R$ 2.5 milhões, o governo deixou de arrecadar R$ 13.2 bilhões, apenas no caso da MP vendida por Lula. Com este dinheiro, seria possível construir 400 postos de saúde, 400 escolas e 250 mil casas populares.

Dados levantados pela Receita Federal apontam que o Brasil deixou de arrecadar R$ 13,2 bilhões em impostos por conta dos incentivos concedidos por Lula e Dilma através de três medidas provisórias  "compradas" por um esquema de lobby e corrupção para favorecer montadoras de veículos.

A MP 471 assinada pelo presidente Lula prolongou de 2011 para 2015 a política de descontos no IPI de carros. Para ser publicada, a MP passou pelo crivo da presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

Leia aqui a decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, do dia 19 de setembro de 2017

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